4/5/2016 14:54
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Andrés fala sobre relação com Mané e diz que "culpados pagarão pelo atos"
Ex-presidente do Timão afirma que estão colocando "na conta dele" pela amizade com conselheiro envolvido em escândalo pela venda irregular de garoto da base
Andrés Sanchez com André Negão e Mané da Carne (Foto: Reprodução/Facebook)
Andrés Sanchez se posicionou pela primeira vez desde o surgimento do escândalo que envolve a venda irregular de 20% dos direitos econômicos do garoto Alyson José da Motta para o empresário americano Helmut Niki Apaza.
O caso envolve o ex-gerente da base Fábio Barrozo e o conselheiro vitalício Manoel Ramos Evangelista, o Mané da Carne, ambos ligados ao ex-presidente do Corinthians e atual deputado federal (PT-SP).
– Sou amigo, com raríssimas exceções, da enorme maioria das pessoas no clube. O Manoel Evangelista faz parte desse grupo de pessoas com as quais me relaciono dentro do clube. Porém, qualquer pessoa que cometer um erro deve pagar por ele. Infelizmente, muitas pessoas estão colocando na minha conta o fato de ser amigo deste ou daquele – afirmou Sanchez, via assessoria.
O agente americano procurou a diretoria do Corinthians alegando ter sido enganado por Barrozo. Ele gastou US$ 110 mil para comprar 20% de Alyson (US$ 60 mil) e por uma representação para negociar em nome do Timão nos Estados Unidos (US$ 50 mil). Em uma troca de mensagens, Barrozo relata que o dinheiro referente à negociação do garoto seria destinado a Evangelista.
– O caso já foi entregue à Comissão de Ética do clube, pela informação que tenho do presidente. A partir de agora, os fatos serão apurados e, se existem culpados, vão pagar pelos seus atos. Até que fique provado algo devemos ter cautela, pois envolve a honra das pessoas – disse Sanchez.
Esse é o segundo escândalo que estoura envolvendo aliados políticos de Andrés Sanchez no Corinthians. Em março, o vice-presidente André Luiz Oliveira, o André Negão, foi preso em casa por porte ilegal de duas armas de fogo. Ele era alvo da Operação Xepa, nova fase da Lava Jato, pela suspeita de ter recebido R$ 500 mil em propinas da Odebrecht durante as obras da arena, em Itaquera.
André Negão e Mané da Carne foram dois dos principais articuladores do crescimento político de Andrés Sanchez no Corinthians na última década. Os dois são funcionários no gabinete do deputado na Câmara dos Deputados.
– Quero dizer que sou amigo também de muitas pessoas que saem o tempo todo na imprensa por boas práticas e aí ninguém fala, esse fulano é amigo do Andrés – ressaltou o deputado.
Andrés Sanchez se posicionou pela primeira vez desde o surgimento do escândalo que envolve a venda irregular de 20% dos direitos econômicos do garoto Alyson José da Motta para o empresário americano Helmut Niki Apaza.
O caso envolve o ex-gerente da base Fábio Barrozo e o conselheiro vitalício Manoel Ramos Evangelista, o Mané da Carne, ambos ligados ao ex-presidente do Corinthians e atual deputado federal (PT-SP).
– Sou amigo, com raríssimas exceções, da enorme maioria das pessoas no clube. O Manoel Evangelista faz parte desse grupo de pessoas com as quais me relaciono dentro do clube. Porém, qualquer pessoa que cometer um erro deve pagar por ele. Infelizmente, muitas pessoas estão colocando na minha conta o fato de ser amigo deste ou daquele – afirmou Sanchez, via assessoria.
O agente americano procurou a diretoria do Corinthians alegando ter sido enganado por Barrozo. Ele gastou US$ 110 mil para comprar 20% de Alyson (US$ 60 mil) e por uma representação para negociar em nome do Timão nos Estados Unidos (US$ 50 mil). Em uma troca de mensagens, Barrozo relata que o dinheiro referente à negociação do garoto seria destinado a Evangelista.
– O caso já foi entregue à Comissão de Ética do clube, pela informação que tenho do presidente. A partir de agora, os fatos serão apurados e, se existem culpados, vão pagar pelos seus atos. Até que fique provado algo devemos ter cautela, pois envolve a honra das pessoas – disse Sanchez.
Esse é o segundo escândalo que estoura envolvendo aliados políticos de Andrés Sanchez no Corinthians. Em março, o vice-presidente André Luiz Oliveira, o André Negão, foi preso em casa por porte ilegal de duas armas de fogo. Ele era alvo da Operação Xepa, nova fase da Lava Jato, pela suspeita de ter recebido R$ 500 mil em propinas da Odebrecht durante as obras da arena, em Itaquera.
André Negão e Mané da Carne foram dois dos principais articuladores do crescimento político de Andrés Sanchez no Corinthians na última década. Os dois são funcionários no gabinete do deputado na Câmara dos Deputados.
– Quero dizer que sou amigo também de muitas pessoas que saem o tempo todo na imprensa por boas práticas e aí ninguém fala, esse fulano é amigo do Andrés – ressaltou o deputado.
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Postado por
Edson Alan Melo
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4662 visitas - Fonte: Globo esporte
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