2/5/2016 18:40
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Diretor de futebol nega estar envolvido em negociações ilícitas no Corinthians
Eduardo Ferreira negou estar envolvido em negociações do departamento amador corintiano (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
Após ter o nome especulado em negociações sem o consentimento da presidência do Corinthians, o diretor de futebol do clube, Eduardo Ferreira, se defendeu ao declarar que desconhece a existência de uma carta, assinada por ele, na qual dava procuração a um empresário para atuar em transferências representando o Alvinegro.
O empresário é o americano Helmut Niki Apaza, que, em janeiro de 2016, durante a participação do Corinthians na Copa Flórida, recebeu uma carta do clube para representá-lo em negociações do departamento profissional de futebol com equipes dos Estados Unidos. Na ocasião, ele buscava a venda do atacante Gabriel Vasconcelos, do sub-20 corintiano, para um time norte-americano.
“Essa carta, não sabíamos, inclusive encontrei esse empresário na Copa Flórida, em Miami. Não sabíamos que existia. Tivemos ciência faz duas, três semanas para cá. Foi outro conceito dado ao profissional. Como vou dar uma carta e cobrar por isso? É uma coisa totalmente louca, que não existe. Como vou cobrar? Estou afirmando aqui que não existe nada, pelo amor de Deus”, argumentou Ferreira em entrevista nesta segunda-feira, no CT Joaquim Grava.
O documento tem a assinatura de Eduardo Ferreira, mas não a do presidente do Corinthians, Roberto de Andrade. Em defesa, o dirigente afirmou que não havia ciência da carta. Em março deste ano, inclusive, o Timão emprestou o atacante colombiano Mendoza ao New York City, mas nega que Apaza tenha envolvimento nessa negociação.
Nas últimas semanas, o empresário norte-americano alegou ter pago 60 mil dólares (R$ 205 mil na atual cotação) por 20% dos direitos econômicos de Alyson Motta, de 16 anos e da base corintiana. Apaza ainda diz que deu 50 mil dólares pela carta de procuração do Alvinegro nos Estados Unidos, afirmando ter sido enganado e perdido o dinheiro.
Ele conduziu a negociação de Alyson Motta com o ex-gerente das categorias de base do Corinthians, Fábio Barrozo, que deixou o clube no mês passado, e o conselheiro vitalício Manoel Ramos Evangelista, chamado de Mané da Carne, ex-assessor da presidência durante a gestão de Andrés Sanchez, de 2007 a 2011.
Niki Apaza foi atrás do Corinthians afirmando ter sido enganado por Barrozo e Evangelista, que teriam ficado com o seu dinheiro. No fim, Alyson acabou sem contrato profissional com o Timão.
“Como todos sabem, andaram especulando o meu nome em coisas feitas no departamento amador. Venho aqui com tristeza lamentar. Estou chateado, inconformado. Coincidência que o meu nome acabou aparecendo, e as pessoas acharam que era a mesma situação”, declarou Eduardo Ferreira, que reafirmou não estar envolvido com o empresário norte-americano.
“Só deixar claro que essas cartas ocorrem normalmente no futebol, sempre com autorização do presidente. Tenho várias cartas guardadas desse tipo. Quero deixar bem claro que o futebol profissional não tem nada a ver com isso, muito menos a minha pessoa. Aviso que o torcedor, o conselheiro e o sócio podem ficar tranquilos e confiar em mim”, completou o dirigente, adiantando as providências a serem tomadas pelo clube.
“Departamento jurídico já abriu sindicância, e medidas serão tomadas pelo presidente”, finalizou.
Após ter o nome especulado em negociações sem o consentimento da presidência do Corinthians, o diretor de futebol do clube, Eduardo Ferreira, se defendeu ao declarar que desconhece a existência de uma carta, assinada por ele, na qual dava procuração a um empresário para atuar em transferências representando o Alvinegro.
O empresário é o americano Helmut Niki Apaza, que, em janeiro de 2016, durante a participação do Corinthians na Copa Flórida, recebeu uma carta do clube para representá-lo em negociações do departamento profissional de futebol com equipes dos Estados Unidos. Na ocasião, ele buscava a venda do atacante Gabriel Vasconcelos, do sub-20 corintiano, para um time norte-americano.
“Essa carta, não sabíamos, inclusive encontrei esse empresário na Copa Flórida, em Miami. Não sabíamos que existia. Tivemos ciência faz duas, três semanas para cá. Foi outro conceito dado ao profissional. Como vou dar uma carta e cobrar por isso? É uma coisa totalmente louca, que não existe. Como vou cobrar? Estou afirmando aqui que não existe nada, pelo amor de Deus”, argumentou Ferreira em entrevista nesta segunda-feira, no CT Joaquim Grava.
O documento tem a assinatura de Eduardo Ferreira, mas não a do presidente do Corinthians, Roberto de Andrade. Em defesa, o dirigente afirmou que não havia ciência da carta. Em março deste ano, inclusive, o Timão emprestou o atacante colombiano Mendoza ao New York City, mas nega que Apaza tenha envolvimento nessa negociação.
Nas últimas semanas, o empresário norte-americano alegou ter pago 60 mil dólares (R$ 205 mil na atual cotação) por 20% dos direitos econômicos de Alyson Motta, de 16 anos e da base corintiana. Apaza ainda diz que deu 50 mil dólares pela carta de procuração do Alvinegro nos Estados Unidos, afirmando ter sido enganado e perdido o dinheiro.
Ele conduziu a negociação de Alyson Motta com o ex-gerente das categorias de base do Corinthians, Fábio Barrozo, que deixou o clube no mês passado, e o conselheiro vitalício Manoel Ramos Evangelista, chamado de Mané da Carne, ex-assessor da presidência durante a gestão de Andrés Sanchez, de 2007 a 2011.
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“Só deixar claro que essas cartas ocorrem normalmente no futebol, sempre com autorização do presidente. Tenho várias cartas guardadas desse tipo. Quero deixar bem claro que o futebol profissional não tem nada a ver com isso, muito menos a minha pessoa. Aviso que o torcedor, o conselheiro e o sócio podem ficar tranquilos e confiar em mim”, completou o dirigente, adiantando as providências a serem tomadas pelo clube.
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Postado por
Edson Alan Melo
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