27/4/2016 08:14
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Tite encontra Nacional após polêmica por “pouca competitividade”
Treinador não gostou da atuação dos uruguaios diante do Rosario Central, que marcou a queda do Palmeiras (Foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians)
Há duas semanas, o técnico Tite preparava o Corinthians para a partida diante do Red Bull, pelo Campeonato Paulista, mas foi questionado sobre a derrota do Nacional-URU para o Rosario Central, que determinou a queda do rival Palmeiras na fase de grupos da Copa Libertadores. Sem qualquer interesse no assunto, o treinador disse ter vistou pouca competitividade nos uruguaios, mandantes do duelo, algo bastante reclamado pelos palmeirenses.
À época, alguns jogadores do alviverde disseram temer por um “jogo de compadres” e apontaram os nove desfalques dos nacionalistas como um indício de que a equipe de Gustavo Munúa não faria qualquer força para ajudar o Verdão. Tite concordou que a apresentação dos anfitriões foi fraca. Agora, terá pela frente exatamente esse rival.
“É um diagnóstico. Cuidem para não interpretar mais do que isso”, avisou o gaúcho na ocasião. “Eu assisti a Nacional e Rosario Central: nível de competitividade baixo, baixo, baixo. Não quero ser bonzinho com ninguém. Foi um nível de competitividade baixo”, acrescentou o comandante, que dificilmente tece comentários que possam render polêmica com rivais.
“Cuidado com a interpretação que vocês fazem. É um diagnóstico. Não quero ser simpático. Assisti com meus olhos. Foi um nível de competitividade baixo”, repetiu Tite. “Estou falando e olhando para vocês. Quem assistiu está balançando a cabeça também”, concluiu o corintiano.
No Uruguai, a declaração não ganhou grande repercussão. Jogadores e técnico do Nacional nem sequer foram questionados sobre o tema, por exemplo. Dentro do próprio elenco, porém, alguns jogadores já trataram de minimizar o tema após saberem do duelo pelas oitavas.
“Fase de grupos de Libertadores é totalmente diferente de mata-mata. Serão outros jogos, um em casa e outro como visitante. O Tite falou aquilo porque era um jogo de fase de grupos”, opinou o atacante paraguaio Ángel Romero.
Há duas semanas, o técnico Tite preparava o Corinthians para a partida diante do Red Bull, pelo Campeonato Paulista, mas foi questionado sobre a derrota do Nacional-URU para o Rosario Central, que determinou a queda do rival Palmeiras na fase de grupos da Copa Libertadores. Sem qualquer interesse no assunto, o treinador disse ter vistou pouca competitividade nos uruguaios, mandantes do duelo, algo bastante reclamado pelos palmeirenses.
À época, alguns jogadores do alviverde disseram temer por um “jogo de compadres” e apontaram os nove desfalques dos nacionalistas como um indício de que a equipe de Gustavo Munúa não faria qualquer força para ajudar o Verdão. Tite concordou que a apresentação dos anfitriões foi fraca. Agora, terá pela frente exatamente esse rival.
“É um diagnóstico. Cuidem para não interpretar mais do que isso”, avisou o gaúcho na ocasião. “Eu assisti a Nacional e Rosario Central: nível de competitividade baixo, baixo, baixo. Não quero ser bonzinho com ninguém. Foi um nível de competitividade baixo”, acrescentou o comandante, que dificilmente tece comentários que possam render polêmica com rivais.
“Cuidado com a interpretação que vocês fazem. É um diagnóstico. Não quero ser simpático. Assisti com meus olhos. Foi um nível de competitividade baixo”, repetiu Tite. “Estou falando e olhando para vocês. Quem assistiu está balançando a cabeça também”, concluiu o corintiano.
No Uruguai, a declaração não ganhou grande repercussão. Jogadores e técnico do Nacional nem sequer foram questionados sobre o tema, por exemplo. Dentro do próprio elenco, porém, alguns jogadores já trataram de minimizar o tema após saberem do duelo pelas oitavas.
“Fase de grupos de Libertadores é totalmente diferente de mata-mata. Serão outros jogos, um em casa e outro como visitante. O Tite falou aquilo porque era um jogo de fase de grupos”, opinou o atacante paraguaio Ángel Romero.
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Postado por Marcos - 4188 visitas - Fonte: Gazeta Esportiva
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