25/4/2016 18:39
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André se mostra tranquilo e não supervaloriza gols nem eliminação
Em paz com a rede, atacante já esqueceu a queda no Paulista (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
André estava bastante sereno poucas horas antes de viajar para Montevidéu, onde o Corinthians enfrentará o Nacional na noite de quarta-feira, pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América. Com a voz mansa e a fala pausada no final da tarde desta segunda-feira, o centroavante avisou que não se iludiu com os seus gols no empate por 2 a 2 com o Grêmio Osasco Audax nem lamentou demasiadamente a eliminação no Campeonato Paulista.
“Existem essas duas situações. Por fazer os gols, ganho uma confiança a mais, até por jogar na frente. E é claro que fico chateado por estar fora de uma final. Só que não dá tempo de comemorar vitória ou ficar triste com derrota. Tudo acontece muito rápido no futebol. O jogo de sábado já passou, acabou. É hora de a gente se fortalecer para fazer uma grande partida no Uruguai”, priorizou.
André seria um dos poucos – talvez o único – jogadores do Corinthians com algo positivo para levar da semifinal estadual para o torneio continental. Contratado para suceder Vagner Love, o centroavante sofria com as cobranças pela escassez de gols, porém se mostrou oportunista diante do Audax. Na disputa por pênaltis, só ele converteu pelo time de Tite.
“É engraçado”, disse André, sem sorrir, sobre a mudança de fase. “Já passei por isso várias vezes. Quando faço gol, estou em um momento bom. Quando não faço, o momento é ruim. Sou bem tranquilo quanto a isso. É lógico que os gols me dão confiança, mas sei que vou precisar marcar mais vezes. Se não fizer gol na quarta-feira, o momento já vira ruim de novo”, complementou.
Para o centroavante, o raciocínio também vale para o coletivo do Corinthians. A equipe que Tite reformulou em 2016 passou a acumular elogios em suas últimas apresentações – marcou 13 gols e não sofreu nenhum nas três partidas que antecederam a queda diante do Audax –, porém voltou a ser alvo de contestações ao deixar o Campeonato Paulista.
“Só que já passou essa coisa de ter sido eliminado”, repetiu André, com a sua calma característica. “É claro que não queríamos ficar fora da final, mas vamos esquecer logo porque isso só atrapalha. Infelizmente, o Paulista não veio. Tomara que venha a Libertadores. Já chegamos para treinar hoje e não pensamos mais em Audax e em pênaltis perdidos”, concluiu.
André estava bastante sereno poucas horas antes de viajar para Montevidéu, onde o Corinthians enfrentará o Nacional na noite de quarta-feira, pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América. Com a voz mansa e a fala pausada no final da tarde desta segunda-feira, o centroavante avisou que não se iludiu com os seus gols no empate por 2 a 2 com o Grêmio Osasco Audax nem lamentou demasiadamente a eliminação no Campeonato Paulista.
“Existem essas duas situações. Por fazer os gols, ganho uma confiança a mais, até por jogar na frente. E é claro que fico chateado por estar fora de uma final. Só que não dá tempo de comemorar vitória ou ficar triste com derrota. Tudo acontece muito rápido no futebol. O jogo de sábado já passou, acabou. É hora de a gente se fortalecer para fazer uma grande partida no Uruguai”, priorizou.
André seria um dos poucos – talvez o único – jogadores do Corinthians com algo positivo para levar da semifinal estadual para o torneio continental. Contratado para suceder Vagner Love, o centroavante sofria com as cobranças pela escassez de gols, porém se mostrou oportunista diante do Audax. Na disputa por pênaltis, só ele converteu pelo time de Tite.
“É engraçado”, disse André, sem sorrir, sobre a mudança de fase. “Já passei por isso várias vezes. Quando faço gol, estou em um momento bom. Quando não faço, o momento é ruim. Sou bem tranquilo quanto a isso. É lógico que os gols me dão confiança, mas sei que vou precisar marcar mais vezes. Se não fizer gol na quarta-feira, o momento já vira ruim de novo”, complementou.
Para o centroavante, o raciocínio também vale para o coletivo do Corinthians. A equipe que Tite reformulou em 2016 passou a acumular elogios em suas últimas apresentações – marcou 13 gols e não sofreu nenhum nas três partidas que antecederam a queda diante do Audax –, porém voltou a ser alvo de contestações ao deixar o Campeonato Paulista.
“Só que já passou essa coisa de ter sido eliminado”, repetiu André, com a sua calma característica. “É claro que não queríamos ficar fora da final, mas vamos esquecer logo porque isso só atrapalha. Infelizmente, o Paulista não veio. Tomara que venha a Libertadores. Já chegamos para treinar hoje e não pensamos mais em Audax e em pênaltis perdidos”, concluiu.
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Postado por
Edson Alan Melo
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3939 visitas - Fonte: Gazeta esportiva
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