16/4/2016 08:22
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Por naming rights, Corinthians entra em atrito com gestora do Fiel Torcedor
Desde o final do ano passado a diretoria do Corinthians diz que os naming rights do estádio alvinegro estão praticamente vendidos. Porém, o comprador, uma instituição do ramo financeiro que não tem seu nome revelado, quer incorporar também a operação do programa de sócio-torcedor do clube. Só que até agora não houve acordo para a saída da Omni, administradora atual do Fiel Torcedor.
Direção alvinegra e empresa divergem de maneira contundente sobre os valores que o clube teria que pagar para rescindir o contrato. Internamente, entretanto, os cartolas negam que o imbróglio tenha emperrado a venda do nome da arena. Afirmam que a negociação já está fechada, e que, se não houver acerto com a Omni, o Corinthians rescindirá unilateralmente o compromisso. Caso isso seja feito, deve ocorrer uma batalha na Justiça.
O blog apurou que a empresa recusou o valor oferecido pelo Corinthians e alega que o clube deve uma quantia muito maior, já que ela teria feito uma série de investimentos para tocar a operação até o fim do compromisso. Segundo duas pessoas ouvidas pelo blog e que acompanham a discussão, a parceira cobrou pelo menos R$ 20 milhões.
Por sua vez, os corintianos alegaram que a empresa não tem documentos que comprovem esses investimentos e, consequentemente, a dívida apontada.
O contrato terminaria em 2017, mas foi renovado até 2019 pelo ex-presidente Mário Gobbi. A atual diretoria vinha se queixando de ter que pagar para a Omni uma taxa correspondente à aproximadamente 50% da receita bruta obtida pelo Fiel Torcedor. Por isso, cartolas alvinegros afirmam que o contrato provavelmente acabaria rescindido, mas a negociação envolvendo os naming rights antecipou o processo de ruptura.
A empresa disposta a botar seu nome na Arena Corinthians não tem interesse só em fixar sua marca, segundo dirigentes corintianos. Ela quer fidelizar os torcedores e lucrar com a ativação da parceria. É nesse contexto que tem interesse na administração do Fiel Torcedor.
Procurada, a assessoria de imprensa do Corinthians não respondeu até a publicação deste post. O blog não conseguiu contato com a Omni. Funcionária que trabalha no Fiel Torcedor na arena disse que não estava autorizada a passar os contatos de ninguém da Omni e afirmou que deveria ser procurada a ouvidoria do Corinthians.
Direção alvinegra e empresa divergem de maneira contundente sobre os valores que o clube teria que pagar para rescindir o contrato. Internamente, entretanto, os cartolas negam que o imbróglio tenha emperrado a venda do nome da arena. Afirmam que a negociação já está fechada, e que, se não houver acerto com a Omni, o Corinthians rescindirá unilateralmente o compromisso. Caso isso seja feito, deve ocorrer uma batalha na Justiça.
O blog apurou que a empresa recusou o valor oferecido pelo Corinthians e alega que o clube deve uma quantia muito maior, já que ela teria feito uma série de investimentos para tocar a operação até o fim do compromisso. Segundo duas pessoas ouvidas pelo blog e que acompanham a discussão, a parceira cobrou pelo menos R$ 20 milhões.
Por sua vez, os corintianos alegaram que a empresa não tem documentos que comprovem esses investimentos e, consequentemente, a dívida apontada.
O contrato terminaria em 2017, mas foi renovado até 2019 pelo ex-presidente Mário Gobbi. A atual diretoria vinha se queixando de ter que pagar para a Omni uma taxa correspondente à aproximadamente 50% da receita bruta obtida pelo Fiel Torcedor. Por isso, cartolas alvinegros afirmam que o contrato provavelmente acabaria rescindido, mas a negociação envolvendo os naming rights antecipou o processo de ruptura.
A empresa disposta a botar seu nome na Arena Corinthians não tem interesse só em fixar sua marca, segundo dirigentes corintianos. Ela quer fidelizar os torcedores e lucrar com a ativação da parceria. É nesse contexto que tem interesse na administração do Fiel Torcedor.
Procurada, a assessoria de imprensa do Corinthians não respondeu até a publicação deste post. O blog não conseguiu contato com a Omni. Funcionária que trabalha no Fiel Torcedor na arena disse que não estava autorizada a passar os contatos de ninguém da Omni e afirmou que deveria ser procurada a ouvidoria do Corinthians.
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Postado por fyamma fernandes nogueira - 9645 visitas - Fonte: Blog do Perrone
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