16/4/2016 07:38
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Corinthians abre mata-mata: o que falta para ser o time que Tite deseja?
Tite observa time em semana de preparação inédita nos últimos dois meses
O Corinthians, em especial no que diz respeito aos resultados, superou as expectativas para o início de 2016. A partir deste sábado, com o duelo diante do Red Bull Brasil-SP pelas quartas de final do Campeonato Paulista, se abre uma nova etapa. Os jogos da temporada, em teoria, serão mais duros.
Entre mata-mata do Estadual, sequência da Copa Libertadores com a proximidade das oitavas de final e a abertura do Campeonato Brasileiro em maio, o Corinthians sabe que precisa seguir em evolução para brigar por títulos com a mesma força que teve nos últimos anos. Na sequência, Tite e seu auxiliar Cléber Xavier explicam os pontos que podem fazer o atual campeão nacional dar um salto de qualidade.
Em 20 jogos oficiais na temporada, os resultados são interessantes, com 14 vitórias, três empates e três derrotas. Mas como se tornar a equipe que Tite gostaria depois de perder oito jogadores do elenco de 2015 e contratar outros dez neste ano?
ASPECTO EMOCIONAL
Tite: "É não deixar que um erro de arbitragem, um erro individual de um atleta, do companheiro, possa interferir na capacidade de concentração da equipe. Uma vez, teve uma parada técnica, estávamos empatando na Arena. O Malcom veio pegar água e um cara atrás de mim (torcedor) começou a reclamar. Eu virei e disse 'dá força ao moleque'. Que a torcida tenha esse sentimento. Para que haja uma relação de confiança e haja naturalmente o desempenho".
MAIOR CRIATIVIDADE
Tite: "É criação e finalização. Temos variado nos últimos jogos em 13 finalizações, para mais, e oscilado na precisão. Toda vez com um índice de 40% de acerto ou mais. Temos feito e por isso fomos o segundo melhor ataque do campeonato, com melhor saldo. Precisamos de uma regularidade e precisão maior, então esse índice iria melhorar. É o detalhe técnico, de melhoria de alguns pontos e manutenção de outros".
ADAPTAÇÃO DE JOGADORES NOVOS
Cléber Xavier: "Ainda precisamos desenvolver nossa ideia nos atletas novos. Estamos em um processo bem adiantado, de entendimento da posse de bola, das infiltrações. do jogo de triangulação, da marcação que é feita por zona, de perder a posse de bola e pressionar. Isso é entrosamento, melhor conhecimento. Fizemos, se não me engano, 23 jogos. Agora, com o meio-campo que tem jogado, não foram três jogos juntos".
ENTROSAMENTO
Cléber Xavier: "Isso vai se desenvolver com o relacionamento deles em campo. É o que chamamos jogar de olhos fechados. E no nosso processo, é mais difícil. Nos nossos treinamentos, procuramos englobar todo o plantel. Não é só o entrosamento com o Giovanni e o Lucca, mas também com os outros. Vamos desenvolver tudo isso, mas demora. A gente vê, em outro nível de futebol dos grandes da Europa, que a base do elenco é sempre 80% igual".
ADAPTAÇÃO DE GUILHERME
Tite: "Temos o crescimento do Guilherme, que fez seu terceiro jogo com o Elias. São alguns ajustes. (...) O técnico não quer ferir as características dele. Ele joga de box a box (área a área). Naquele mapa de calor, contra o Novorizontino, havia uma concentração muito grande de box a box. Quem de vocês comparar ele a Cruzeiro e Atlético, em número de finalizações, estará cometendo erro crasso de análise, porque agora ele joga em posição diferente, em função diferente".
Cléber Xavier: "A movimentação dele ainda não consegue se desenvolver melhor no 4-1-4-1. Às vezes, ele fica pouco tempo atrás da linha da bola durante o jogo, então parece ter uma movimentação mais curta. Temos o plano B de, se ele não se desenvolver, trocar de posição. Mas, na nossa visão, para quem a vida toda não jogou ali, e temos cuidados com o aspecto físico e a característica dele, está mais na frente do que pensávamos".
MARQUINHOS GABRIEL. E MAIS UM ATACANTE?
O meia-atacante que defendeu o Santos em 2015 chega para dar mais qualidade ao setor de criação, considerado o mais carente em termos de elenco. Tite e seus auxiliares ainda não falam a respeito do atleta, mas ele era o preferido do treinador para a função de Jadson. É a chegada de novos jogadores para elevar o nível de qualidade e competição no grupo também um ponto importante para evoluir. Ainda há o desejo de um centroavante para competir com André e Luciano na frente.
O Corinthians, em especial no que diz respeito aos resultados, superou as expectativas para o início de 2016. A partir deste sábado, com o duelo diante do Red Bull Brasil-SP pelas quartas de final do Campeonato Paulista, se abre uma nova etapa. Os jogos da temporada, em teoria, serão mais duros.
Entre mata-mata do Estadual, sequência da Copa Libertadores com a proximidade das oitavas de final e a abertura do Campeonato Brasileiro em maio, o Corinthians sabe que precisa seguir em evolução para brigar por títulos com a mesma força que teve nos últimos anos. Na sequência, Tite e seu auxiliar Cléber Xavier explicam os pontos que podem fazer o atual campeão nacional dar um salto de qualidade.
Em 20 jogos oficiais na temporada, os resultados são interessantes, com 14 vitórias, três empates e três derrotas. Mas como se tornar a equipe que Tite gostaria depois de perder oito jogadores do elenco de 2015 e contratar outros dez neste ano?
ASPECTO EMOCIONAL
Tite: "É não deixar que um erro de arbitragem, um erro individual de um atleta, do companheiro, possa interferir na capacidade de concentração da equipe. Uma vez, teve uma parada técnica, estávamos empatando na Arena. O Malcom veio pegar água e um cara atrás de mim (torcedor) começou a reclamar. Eu virei e disse 'dá força ao moleque'. Que a torcida tenha esse sentimento. Para que haja uma relação de confiança e haja naturalmente o desempenho".
MAIOR CRIATIVIDADE
Tite: "É criação e finalização. Temos variado nos últimos jogos em 13 finalizações, para mais, e oscilado na precisão. Toda vez com um índice de 40% de acerto ou mais. Temos feito e por isso fomos o segundo melhor ataque do campeonato, com melhor saldo. Precisamos de uma regularidade e precisão maior, então esse índice iria melhorar. É o detalhe técnico, de melhoria de alguns pontos e manutenção de outros".
ADAPTAÇÃO DE JOGADORES NOVOS
Cléber Xavier: "Ainda precisamos desenvolver nossa ideia nos atletas novos. Estamos em um processo bem adiantado, de entendimento da posse de bola, das infiltrações. do jogo de triangulação, da marcação que é feita por zona, de perder a posse de bola e pressionar. Isso é entrosamento, melhor conhecimento. Fizemos, se não me engano, 23 jogos. Agora, com o meio-campo que tem jogado, não foram três jogos juntos".
ENTROSAMENTO
Cléber Xavier: "Isso vai se desenvolver com o relacionamento deles em campo. É o que chamamos jogar de olhos fechados. E no nosso processo, é mais difícil. Nos nossos treinamentos, procuramos englobar todo o plantel. Não é só o entrosamento com o Giovanni e o Lucca, mas também com os outros. Vamos desenvolver tudo isso, mas demora. A gente vê, em outro nível de futebol dos grandes da Europa, que a base do elenco é sempre 80% igual".
ADAPTAÇÃO DE GUILHERME
Tite: "Temos o crescimento do Guilherme, que fez seu terceiro jogo com o Elias. São alguns ajustes. (...) O técnico não quer ferir as características dele. Ele joga de box a box (área a área). Naquele mapa de calor, contra o Novorizontino, havia uma concentração muito grande de box a box. Quem de vocês comparar ele a Cruzeiro e Atlético, em número de finalizações, estará cometendo erro crasso de análise, porque agora ele joga em posição diferente, em função diferente".
Cléber Xavier: "A movimentação dele ainda não consegue se desenvolver melhor no 4-1-4-1. Às vezes, ele fica pouco tempo atrás da linha da bola durante o jogo, então parece ter uma movimentação mais curta. Temos o plano B de, se ele não se desenvolver, trocar de posição. Mas, na nossa visão, para quem a vida toda não jogou ali, e temos cuidados com o aspecto físico e a característica dele, está mais na frente do que pensávamos".
MARQUINHOS GABRIEL. E MAIS UM ATACANTE?
O meia-atacante que defendeu o Santos em 2015 chega para dar mais qualidade ao setor de criação, considerado o mais carente em termos de elenco. Tite e seus auxiliares ainda não falam a respeito do atleta, mas ele era o preferido do treinador para a função de Jadson. É a chegada de novos jogadores para elevar o nível de qualidade e competição no grupo também um ponto importante para evoluir. Ainda há o desejo de um centroavante para competir com André e Luciano na frente.
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Postado por fyamma fernandes nogueira - 3747 visitas - Fonte: uol
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