11/3/2016 19:44
Um dos principais nomes da conquista do Brasileirão pelo Corinthians no ano passado, Jadson teve o mesmo destino de muitos brasileiros ao fim da última temporada. Com uma proposta boa financeiramente e um projeto ambicioso apresentado por Vanderlei Luxemburgo, o meia trocou o Timão pelo Tianjin Quanjian, da Segunda Divisão da China..
Em entrevista exclusiva ao LANCE!, Jadson revela que ficou um pouco frustrado por não ter sido convocado por Dunga, principalmente no ano passado, e acredita que sua passagem pela China será importante para abrir as portas do mercado asiático para ele.
Você foi um dos melhores jogadores do Brasileirão-15 pelo campeão Corinthians. Agora, vai jogar na Segunda Divisão Chinesa. O que espera desse novo desafio?
Graças a Deus, foi um ano maravilhoso no Corinthians. Consegui dar minha parcela de ajuda no título do Campeonato Brasileiro e saí de cabeça erguida, jogando bem e dando muitas alegrias à nação corintiana. Sinto muitas saudades da torcida e do carinho que eles tinham por mim. Em todas as equipes que joguei, consegui conquistar títulos e aqui na China o meu primeiro objetivo é subir a nossa equipe para a elite do futebol do país. Sei que não será fácil, mas só enfrentando esse desafio para saber se vai dar certo ou não.
O que lhe atraiu para jogar na Segunda Divisão? Não teme ficar esquecido?
O projeto que o Luxemburgo mostrou e a possibilidade de abrir o mercado para mim na Ásia, um continente que eu ainda não tinha atuado e não era conhecido. Acho que posso fazer uma história bonita aqui, conquistando objetivos que não consegui nem no Brasil. O contrato também foi uma coisa que balançou muito, pois a proposta era muito boa e eu penso sempre na minha família.
Ainda sonha com a Seleção Brasileira?
Seleção Brasileira eu até sonhava muito no ano passado e tinha esperança de ser chamado pelo treinador Dunga, mas, infelizmente, não deu. Agora eu quero focar no nosso objetivo aqui na China, que é subir o Tianjin para a primeira divisão, trabalhar bastante e ficar com a minha família.
O que esperar da Segunda Divisão na China? Com os reforços, acredita que o Tianjin Quanjian entra como principal favorito a subir para à elite do futebol chinês?
A equipe evoluiu bastante na pré-temporada. Além do nosso clube, sei que tem outras quatro ou cinco equipes que investiram bastante em jogadores e se reforçaram. Por isso, sei que não será fácil, mas vamos atrás desse desafio e, se Deus quiser, iremos conseguir.
Nos amistosos, o que já pôde perceber do time? Ele vem forte, com um ataque com Luis Fabiano e Geuvânio? Já estão entrosados para a disputa da competição?
São dois jogadores de alta qualidade, cada um com sua característica. São atletas que jogariam em qualquer time do Brasil e tenho certeza de que vamos nos dar bem aqui e ajudaremos o Tianjin.
Com muitos nomes conhecidos e que estavam sendo convocados, além de estrangeiros, você acredita que o Dunga vai ficar mais atento com o futebol chinês?
Eu acho que a comissão técnica da Seleção está de olho em todos os campeonatos do mundo e na China não será diferente. Hoje em dia, a visibilidade e a comunicação é mais fácil e a Ásia é um mercado que está evoluindo a cada ano.
Você acredita que o futebol chinês a partir desta temporada tem condições de chamar a atenção em nível mundial?
Pelos investimentos e pelos jogadores de alto nível que estão vindo para cá, muitos da Europa, inclusive, tenho certeza de que já está chamando atenção. E também acredito que no futuro o futebol do país terá ainda mais qualidade do que agora, que já está boa.
Você deixou o Brasil mesmo estando no auge no Corinthians, e às vésperas de disputar a Copa Libertadores. O desejo de sair do país deixando uma boa impressão também pesou em sua decisão?
Olha, meu objetivo era jogar bem e ter um ano regular no Corinthians. Graças a Deus, conseguir manter isso durante toda a temporada e fomos premiados com o título Brasileiro. Saí de cabeça erguida, com a sensação de dever cumprido. Fui muito feliz no Corinthians e tenho certeza de que deixei as portas abertas tanto no Corinthians como em outros clubes do
Brasil.
Os dirigentes do Tianjin Quanjian chegaram a pedir para você indicar algum jogador do futebol brasileiro como reforço?
Eles já tinham em mente os jogadores que queriam contratar. Na minha opinião, acertaram em cheio trazendo o Geuvânio e o Luis. Os dois ajudarão demais e lutaremos muito para alcançar os nossos objetivos em 2016.
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Você foi um dos melhores jogadores do Brasileirão-15 pelo campeão Corinthians. Agora, vai jogar na Segunda Divisão Chinesa. O que espera desse novo desafio?
Graças a Deus, foi um ano maravilhoso no Corinthians. Consegui dar minha parcela de ajuda no título do Campeonato Brasileiro e saí de cabeça erguida, jogando bem e dando muitas alegrias à nação corintiana. Sinto muitas saudades da torcida e do carinho que eles tinham por mim. Em todas as equipes que joguei, consegui conquistar títulos e aqui na China o meu primeiro objetivo é subir a nossa equipe para a elite do futebol do país. Sei que não será fácil, mas só enfrentando esse desafio para saber se vai dar certo ou não.
O que lhe atraiu para jogar na Segunda Divisão? Não teme ficar esquecido?
O projeto que o Luxemburgo mostrou e a possibilidade de abrir o mercado para mim na Ásia, um continente que eu ainda não tinha atuado e não era conhecido. Acho que posso fazer uma história bonita aqui, conquistando objetivos que não consegui nem no Brasil. O contrato também foi uma coisa que balançou muito, pois a proposta era muito boa e eu penso sempre na minha família.
Ainda sonha com a Seleção Brasileira?
Seleção Brasileira eu até sonhava muito no ano passado e tinha esperança de ser chamado pelo treinador Dunga, mas, infelizmente, não deu. Agora eu quero focar no nosso objetivo aqui na China, que é subir o Tianjin para a primeira divisão, trabalhar bastante e ficar com a minha família.
O que esperar da Segunda Divisão na China? Com os reforços, acredita que o Tianjin Quanjian entra como principal favorito a subir para à elite do futebol chinês?
A equipe evoluiu bastante na pré-temporada. Além do nosso clube, sei que tem outras quatro ou cinco equipes que investiram bastante em jogadores e se reforçaram. Por isso, sei que não será fácil, mas vamos atrás desse desafio e, se Deus quiser, iremos conseguir.
Nos amistosos, o que já pôde perceber do time? Ele vem forte, com um ataque com Luis Fabiano e Geuvânio? Já estão entrosados para a disputa da competição?
São dois jogadores de alta qualidade, cada um com sua característica. São atletas que jogariam em qualquer time do Brasil e tenho certeza de que vamos nos dar bem aqui e ajudaremos o Tianjin.
Com muitos nomes conhecidos e que estavam sendo convocados, além de estrangeiros, você acredita que o Dunga vai ficar mais atento com o futebol chinês?
Eu acho que a comissão técnica da Seleção está de olho em todos os campeonatos do mundo e na China não será diferente. Hoje em dia, a visibilidade e a comunicação é mais fácil e a Ásia é um mercado que está evoluindo a cada ano.
Você acredita que o futebol chinês a partir desta temporada tem condições de chamar a atenção em nível mundial?
Pelos investimentos e pelos jogadores de alto nível que estão vindo para cá, muitos da Europa, inclusive, tenho certeza de que já está chamando atenção. E também acredito que no futuro o futebol do país terá ainda mais qualidade do que agora, que já está boa.
Você deixou o Brasil mesmo estando no auge no Corinthians, e às vésperas de disputar a Copa Libertadores. O desejo de sair do país deixando uma boa impressão também pesou em sua decisão?
Olha, meu objetivo era jogar bem e ter um ano regular no Corinthians. Graças a Deus, conseguir manter isso durante toda a temporada e fomos premiados com o título Brasileiro. Saí de cabeça erguida, com a sensação de dever cumprido. Fui muito feliz no Corinthians e tenho certeza de que deixei as portas abertas tanto no Corinthians como em outros clubes do
Brasil.
Os dirigentes do Tianjin Quanjian chegaram a pedir para você indicar algum jogador do futebol brasileiro como reforço?
Eles já tinham em mente os jogadores que queriam contratar. Na minha opinião, acertaram em cheio trazendo o Geuvânio e o Luis. Os dois ajudarão demais e lutaremos muito para alcançar os nossos objetivos em 2016.
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Postado por
Edson Alan Melo
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