19/2/2016 20:07
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Balbuena agradece Romero, cita Gamarra e diz: “Preferi o Timão”
O paraguaio chega para concorrer com Felipe, Yago e Vilson por uma vaga na zaga do Corinthians (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)
O zagueiro paraguaio Fabián Balbuena foi apresentado na tarde desta sexta-feira como reforço do Corinthians para a temporada 2016 e mostrou bastante conhecimento sobre sua nova equipe. Prometendo “dar a vida” pelo Alvinegro, o defensor citou Carlos Gamarra, ex-atleta do clube, agradeceu o grupo pela recepção, principalmente o compatriota Ángel Romero, e foi sucinto ao tratar do interesse do São Paulo, que tentou atravessar a negociação.
“Essa pergunta vou responder com uma só frase: eu preferi jogar no Corinthians”, assegurou o jogador de 24 anos, agora dono de um contrato até o final de 2018, que fez questão de levar uma guampa para a sua entrevista. O acessório, típico do Paraguai, serve como recipiente para levar o tererê, bebida mais famosa de seu país, tomada com água fria. ” Isso aqui é um costume dos paraguaios, nos identifica”, comentou, sorrindo ao tocar o objeto.
O atleta, vice-campeão da Libertadores de 2014 com o pequeno Nacional-PAR, não quis se colocar como substituto de Gil, apesar de atingir esse status por chegar logo após a saída do beque da Seleção Brasileira, contratado pelo Shandong Luneng-CHN. Inspirado no futebol de Gamarra, campeão brasileiro como capitão do Timão, em 98, ele se colocou apenas como mais um no elenco repleto de “gente boa”, nas suas próprias palavras.
“Gamarra é reconhecido tanto aqui quanto no Paraguai pelo que fez. Se eu jogar metade do que ele jogou na carreira, fico feliz, pode ter certeza. Foi um craque. Creio que, com o treinador que tem o clube, terei a condição de evoluir. Desde o dia em que cheguei aqui, a cada treinamento é 100%. Muitas pessoas ‘muito gente boa’, como vocês dizem aqui. Além de excelentes jogadores, como o Felipe, o Yago e o Vilson”, apontou.
Apesar da receptividade dos concorrentes, Balbuena admitiu que o maior ajudante neste início de trajetória foi o compatriota Ángel Romero. Corintianos desde julho de 2014, o jogador apontou as coordenadas necessárias para que o novo companheiro não se perdesse na capital paulista.
“Desde o primeiro dia em que cheguei, todos me ajudaram. Desde a diretoria até os roupeiros, o pessoal me fez sentir-me em casa. No primeiro treino, a comissão técnica me fez sentir bastante bem também. Quanto ao fora de campo, o que mais ajuda é o Ángel. Não jogamos juntos no Paraguai, mas nos enfrentamos e sei que é uma grande pessoa. Ele está me ajudando bastante na cidade de São Paulo, que é muito grande e bem fácil de se perder (risos)”, revelou.
Dono de comentários firmes e ainda pouco ambientado ao português, Balbuena prometeu melhorar o carregado sotaque paraguaio de seu espanhol com o tempo. Dentro de campo, no entanto, ele assegura que já tem perfeita noção do que deve encontrar no futebol brasileiro de diferente em relação ao que viveu nos cinco anos de Paraguai.
“O futebol aqui é diferente, uma grande diferença, mas estou consciente da qualidade do trabalho que estou fazendo com o treinador e meus companheiros. Sei que esse é um time em reconstrução, vários jogadores saíram daqui no ano passado, mas está mostrando coisa boa. Desde muitos anos não tínhamos este início, com vitórias atrás de vitórias. É a prova que temos qualidade para ir longe”, encerrou o zagueiro, que está à disposição de Tite para o jogo contra a Ferroviária, no domingo, às 19h30 (de Brasília), pelo Campeonato Paulista.
O zagueiro paraguaio Fabián Balbuena foi apresentado na tarde desta sexta-feira como reforço do Corinthians para a temporada 2016 e mostrou bastante conhecimento sobre sua nova equipe. Prometendo “dar a vida” pelo Alvinegro, o defensor citou Carlos Gamarra, ex-atleta do clube, agradeceu o grupo pela recepção, principalmente o compatriota Ángel Romero, e foi sucinto ao tratar do interesse do São Paulo, que tentou atravessar a negociação.
“Essa pergunta vou responder com uma só frase: eu preferi jogar no Corinthians”, assegurou o jogador de 24 anos, agora dono de um contrato até o final de 2018, que fez questão de levar uma guampa para a sua entrevista. O acessório, típico do Paraguai, serve como recipiente para levar o tererê, bebida mais famosa de seu país, tomada com água fria. ” Isso aqui é um costume dos paraguaios, nos identifica”, comentou, sorrindo ao tocar o objeto.
O atleta, vice-campeão da Libertadores de 2014 com o pequeno Nacional-PAR, não quis se colocar como substituto de Gil, apesar de atingir esse status por chegar logo após a saída do beque da Seleção Brasileira, contratado pelo Shandong Luneng-CHN. Inspirado no futebol de Gamarra, campeão brasileiro como capitão do Timão, em 98, ele se colocou apenas como mais um no elenco repleto de “gente boa”, nas suas próprias palavras.
“Gamarra é reconhecido tanto aqui quanto no Paraguai pelo que fez. Se eu jogar metade do que ele jogou na carreira, fico feliz, pode ter certeza. Foi um craque. Creio que, com o treinador que tem o clube, terei a condição de evoluir. Desde o dia em que cheguei aqui, a cada treinamento é 100%. Muitas pessoas ‘muito gente boa’, como vocês dizem aqui. Além de excelentes jogadores, como o Felipe, o Yago e o Vilson”, apontou.
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“Desde o primeiro dia em que cheguei, todos me ajudaram. Desde a diretoria até os roupeiros, o pessoal me fez sentir-me em casa. No primeiro treino, a comissão técnica me fez sentir bastante bem também. Quanto ao fora de campo, o que mais ajuda é o Ángel. Não jogamos juntos no Paraguai, mas nos enfrentamos e sei que é uma grande pessoa. Ele está me ajudando bastante na cidade de São Paulo, que é muito grande e bem fácil de se perder (risos)”, revelou.
Dono de comentários firmes e ainda pouco ambientado ao português, Balbuena prometeu melhorar o carregado sotaque paraguaio de seu espanhol com o tempo. Dentro de campo, no entanto, ele assegura que já tem perfeita noção do que deve encontrar no futebol brasileiro de diferente em relação ao que viveu nos cinco anos de Paraguai.
“O futebol aqui é diferente, uma grande diferença, mas estou consciente da qualidade do trabalho que estou fazendo com o treinador e meus companheiros. Sei que esse é um time em reconstrução, vários jogadores saíram daqui no ano passado, mas está mostrando coisa boa. Desde muitos anos não tínhamos este início, com vitórias atrás de vitórias. É a prova que temos qualidade para ir longe”, encerrou o zagueiro, que está à disposição de Tite para o jogo contra a Ferroviária, no domingo, às 19h30 (de Brasília), pelo Campeonato Paulista.
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Postado por
Edson Alan Melo
-
7515 visitas - Fonte: Gazeta Esportiva
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