18/2/2016 17:33
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Comitê de Reformas da CBF faz sua primeira reunião para analisar medidas
Ao contrário do modelo adotado pela Fifa em 2015, com um comitê independente, secretário-geral da entidade, Walter Feldman, foi escolhido para liderar os trabalhos
Comitê de Reformas instaurado pela CBF se reúne pela primeira vez na entidade (Foto: Divulgação)
O Comitê de Reformas instaurado pela CBF teve a sua primeira reunião nesta quinta-feira, na sede da entidade. O secretário-geral da CBF, Walter Feldman, foi escolhido presidente do conselho com 17 integrantes, entre ex-jogadores, técnicos, advogados, executivos e dirigentes. Além desse grupo, haverá subcomissões que abordarão temas específicos. A medida, de acordo com a CBF, se inspira na Fifa, que também criou um Comitê de Reformas após a prisão de dirigentes em Zurique, em maio do ano passado. O comitê da Fifa, porém, trabalha de forma independente da entidade, o que, ao que tudo indica, não acontecerá na CBF. Carlos Alberto Parreira foi o único do grupo a não comparecer - ele está nos Estados Unidos.
Em entrevista coletiva após a primeira reunião do grupo, Feldman explicou:
- Desde o início do nosso trabalho, fizemos um diagnóstico para que pudéssemos ter uma noção correta de como a CBF está funcionando. Depois desse longo período de análise, concluímos que era necessário iniciar o processo de implantação das medidas. Após os problemas com a Fifa em Zurique, foi criado um Comitê de Reformas para criar as mudanças que seriam feitas. Nós fizemos um caminho diferente, acreditávamos que a implementação das medidas deveria ser analisada por um comitê com todos os atores do futebol brasileiro. Consideramos que esse comitê seria mais adequado, pois poderia avaliar todos os pontos, e permitir que a sociedade como um todo possa participar - discursou Feldman.
Os pontos a serem analisados pelo Comitê de Reformas são: reforma do estatuto da CBF; implementação do Código de Ética e do Comitê Disciplinar do Futebol; medidas de transparência; desenvolvimento de Regulamento Nacional de Concessão de Licença de Clubes; fomento de ações de responsabilidade social; internacionalização do futebol brasileiro; aprimoração da legislação desportiva; desenvolvimento do futebol feminino; desenvolvimento das categorias de base; tecnologia e inovação no futebol; direitos de atletas e demais profissionais do futebol; direitos de transmissão; calendário; aprimoramento da arbitragem; programa de formação de profissionais do futebol; e democratização e engajamento da torcida brasileira.
Diversos setores do esporte estão representados no comitê. Fazem parte do conselho com 17 membros os presidentes de São Paulo e Botafogo, Carlos Augusto Barros e Silva e Carlos Eduardo Pereira; os ex-jogadores Edmílson, Ricardo Rocha e Carlos Alberto Torres; a jogadora Formiga; o técnico Carlos Alberto Parreira; o diretor jurídico do Corinthians, Luiz Felipe Santoro; os advogados Álvaro Melo e André Ramos Tavares; os presidentes de federação Ednaldo Rodrigues (Bahia), Leomar Quintanilha (Tocantins) e Castellar Modesto Guimarães Neto (Minas Gerais); a ex-assistente de arbitragem Ana Paula Oliveira; e, pela CBF, além de Feldman, o diretor executivo de gestão Rogério Caboclo. Completa a lista o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Caio Rocha.
O Comitê de Reformas instaurado pela CBF teve a sua primeira reunião nesta quinta-feira, na sede da entidade. O secretário-geral da CBF, Walter Feldman, foi escolhido presidente do conselho com 17 integrantes, entre ex-jogadores, técnicos, advogados, executivos e dirigentes. Além desse grupo, haverá subcomissões que abordarão temas específicos. A medida, de acordo com a CBF, se inspira na Fifa, que também criou um Comitê de Reformas após a prisão de dirigentes em Zurique, em maio do ano passado. O comitê da Fifa, porém, trabalha de forma independente da entidade, o que, ao que tudo indica, não acontecerá na CBF. Carlos Alberto Parreira foi o único do grupo a não comparecer - ele está nos Estados Unidos.
Em entrevista coletiva após a primeira reunião do grupo, Feldman explicou:
- Desde o início do nosso trabalho, fizemos um diagnóstico para que pudéssemos ter uma noção correta de como a CBF está funcionando. Depois desse longo período de análise, concluímos que era necessário iniciar o processo de implantação das medidas. Após os problemas com a Fifa em Zurique, foi criado um Comitê de Reformas para criar as mudanças que seriam feitas. Nós fizemos um caminho diferente, acreditávamos que a implementação das medidas deveria ser analisada por um comitê com todos os atores do futebol brasileiro. Consideramos que esse comitê seria mais adequado, pois poderia avaliar todos os pontos, e permitir que a sociedade como um todo possa participar - discursou Feldman.
Os pontos a serem analisados pelo Comitê de Reformas são: reforma do estatuto da CBF; implementação do Código de Ética e do Comitê Disciplinar do Futebol; medidas de transparência; desenvolvimento de Regulamento Nacional de Concessão de Licença de Clubes; fomento de ações de responsabilidade social; internacionalização do futebol brasileiro; aprimoração da legislação desportiva; desenvolvimento do futebol feminino; desenvolvimento das categorias de base; tecnologia e inovação no futebol; direitos de atletas e demais profissionais do futebol; direitos de transmissão; calendário; aprimoramento da arbitragem; programa de formação de profissionais do futebol; e democratização e engajamento da torcida brasileira.
Diversos setores do esporte estão representados no comitê. Fazem parte do conselho com 17 membros os presidentes de São Paulo e Botafogo, Carlos Augusto Barros e Silva e Carlos Eduardo Pereira; os ex-jogadores Edmílson, Ricardo Rocha e Carlos Alberto Torres; a jogadora Formiga; o técnico Carlos Alberto Parreira; o diretor jurídico do Corinthians, Luiz Felipe Santoro; os advogados Álvaro Melo e André Ramos Tavares; os presidentes de federação Ednaldo Rodrigues (Bahia), Leomar Quintanilha (Tocantins) e Castellar Modesto Guimarães Neto (Minas Gerais); a ex-assistente de arbitragem Ana Paula Oliveira; e, pela CBF, além de Feldman, o diretor executivo de gestão Rogério Caboclo. Completa a lista o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Caio Rocha.
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Postado por
Edson Alan Melo
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3213 visitas - Fonte: Globo Esporte
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