16/2/2016 19:53
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Tite minimiza jogo no deserto e elogia Cobresal: "Não é um desconhecido"
Técnico do Corinthians quer que jogadores tenham cuidado com a velocidade da bola, mas diz que não há nada de extraordinário atuar com 2.300m de altitude
Tite durante o treino do Corinthians nesta terça-feira, em Santiago, no Chile (Foto: Diego Ribeiro)
Tite não quer saber de menosprezo ao Cobresal, adversário do Corinthians, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Chile, pela estreia na Taça Libertadores. Após o treino em que praticamente confirmou a escalação, o treinador fez questão de elogiar a equipe chilena durante a entrevista coletiva.
– O Cobresal não é um desconhecido. Nós nos municiamos e acompanhamos os jogos. Qualidade técnica, um técnico (Dalcio Giovagnoli) que foi campeão e retornou ao time. Os resultados não condiziam com o desempenho recente, fez um jogo muito bom contra o Colo Colo. Não surpreende mais. Altitude e clima são adaptações, mas a qualidade do adversário está em primeiro plano – afirmou.
Tite evita tratar a partida a 2.300m de altitude no deserto do Atacama como um problema. No entanto, que que a equipe tenha cuidado em alguns lances com e sem a bola. Na Libertadores de 1987, ainda como jogador, Tite defendeu o Guarani contra o Cobreloa, que joga no deserto de Calama, e não tem boas lembranças de atuar em um local assim.
– Não tem nada de extraordinário em jogar no deserto, mas existem algumas variantes. A bola toma uma velocidade e continua com a mesma velocidade, pela altitude. Estar sempre com cobertura nas bolas viajadas é fundamental, assim como finalizações de média distância. Eu não senti absolutamente nada jogando, mas aqueles de transições e velocidade têm recuperação menor. Perdemos lá de 2 a 1 do Cobreloa, então não quero lembrar mais – recordou.
O Corinthians terá pouco tempo para se adaptar. A delegação só chegará à cidade de El Salvador na manhã desta quarta-feira. Integrantes da comissão técnica farão uma vistoria no estádio El Cobre assim que desembarcarem, mas os jogadores só seguirão para lá cerca de duas horas antes do confronto.
– É uma realidade que temos de viver, jogar no Maracanã, em Lins, Capivari, o respeito que se tem é o mesmo. Nenhum de nós começou a jogar no Maracanã, sempre passa por uma série de outras equipes, locais. Eu fui campeão no Caxias com uma equipe inferior. O Cobresal foi campeão contra Colo Colo, La U, Católica, equipes de massa. Merece respeito.
Tite fugiu de críticas ao local da partida por conta das dificuldades de logística – o time treinou e está concentrado na capital Santiago. El Salvador tem apenas sete mil habitantes e não possui rede hoteleira para abrigar a equipe.
– Palavra de honra, eu não posso tirar nada da comunidade, da cidade deles. Eles mereceram chegar à Libertadores – minimizou Tite.
Tite não quer saber de menosprezo ao Cobresal, adversário do Corinthians, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Chile, pela estreia na Taça Libertadores. Após o treino em que praticamente confirmou a escalação, o treinador fez questão de elogiar a equipe chilena durante a entrevista coletiva.
– O Cobresal não é um desconhecido. Nós nos municiamos e acompanhamos os jogos. Qualidade técnica, um técnico (Dalcio Giovagnoli) que foi campeão e retornou ao time. Os resultados não condiziam com o desempenho recente, fez um jogo muito bom contra o Colo Colo. Não surpreende mais. Altitude e clima são adaptações, mas a qualidade do adversário está em primeiro plano – afirmou.
Tite evita tratar a partida a 2.300m de altitude no deserto do Atacama como um problema. No entanto, que que a equipe tenha cuidado em alguns lances com e sem a bola. Na Libertadores de 1987, ainda como jogador, Tite defendeu o Guarani contra o Cobreloa, que joga no deserto de Calama, e não tem boas lembranças de atuar em um local assim.
– Não tem nada de extraordinário em jogar no deserto, mas existem algumas variantes. A bola toma uma velocidade e continua com a mesma velocidade, pela altitude. Estar sempre com cobertura nas bolas viajadas é fundamental, assim como finalizações de média distância. Eu não senti absolutamente nada jogando, mas aqueles de transições e velocidade têm recuperação menor. Perdemos lá de 2 a 1 do Cobreloa, então não quero lembrar mais – recordou.
O Corinthians terá pouco tempo para se adaptar. A delegação só chegará à cidade de El Salvador na manhã desta quarta-feira. Integrantes da comissão técnica farão uma vistoria no estádio El Cobre assim que desembarcarem, mas os jogadores só seguirão para lá cerca de duas horas antes do confronto.
– É uma realidade que temos de viver, jogar no Maracanã, em Lins, Capivari, o respeito que se tem é o mesmo. Nenhum de nós começou a jogar no Maracanã, sempre passa por uma série de outras equipes, locais. Eu fui campeão no Caxias com uma equipe inferior. O Cobresal foi campeão contra Colo Colo, La U, Católica, equipes de massa. Merece respeito.
Tite fugiu de críticas ao local da partida por conta das dificuldades de logística – o time treinou e está concentrado na capital Santiago. El Salvador tem apenas sete mil habitantes e não possui rede hoteleira para abrigar a equipe.
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Postado por
Edson Alan Melo
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3501 visitas - Fonte: Globo Esporte
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