27/1/2016 12:11
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Cássio emagrece e lembra que não pediu aumento após saída fracassada
Se antes já não aguentava ouvir perguntas nem mesmo de seus companheiros sobre a possibilidade de se transferir para o Besiktas, da Turquia, Cássio agora consegue abordar o assunto com naturalidade até diante das câmeras de televisão. O ainda goleiro do Corinthians concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira e destacou o seu próprio profissionalismo após a negociação fracassada.
“O Besiktas não sinalizou para o Corinthians tudo aquilo com o que havia se comprometido até certa data. Eu também não poderia ficar esperando. Não deu certo, mas fiquei muito tranquilo. Sempre jogamos aberto. Não foi por isso que fui pedir aumento salarial ou para prolongarem o meu contrato”, bradou Cássio, cujo vínculo com o Corinthians tem validade até 31 de dezembro de 2018. “Vida que segue. Estou no maior clube do Brasil, e não tenho que ficar me queixando. A responsabilidade pode aumentar, então tenho que estar focado para fazer o meu melhor.”
Cássio não estava focado até o dia em que o Corinthians embarcou para os Estados Unidos para complementar a sua pré-temporada com a disputa da Copa Flórida. Na época, o melhor jogador do Mundial de Clubes de 2012 treinava como reserva do amigo Walter e não parecia empenhado para recuperar o peso que tinha antes das férias – muito bem aproveitadas em um cruzeiro. No vestiário do CT Joaquim Grava, ele pedia aos companheiros que não lhe questionassem mais sobre o Besiktas.
“Já consegui perder uns quilinhos. Cheguei acima do peso, mas estou em um grau muito bom agora, com o porcentual de gordura mais baixo. Tivemos treinos bem intensos. Muitas pessoas acham que vamos para os Estados Unidos para passear, mas foi bom para trabalhar. No meu caso, treinei em três períodos por estar distante dos outros, até por causa das negociações”, reconheceu.
Ainda sobre as tratativas com o Besiktas, Cássio fez questão de repetir o discurso do presidente Roberto de Andrade, para quem os clubes interessados em atletas do Corinthians devem antes procurar a sua diretoria. No caso da oferta pelo goleiro, o valor oferecido não agradou.
“Eu não sabia quanto ganharia. Ok, sabia um pouco, a base salarial, mas um contrato tem muitas coisas. O Corinthians não acertou a venda, então não dava para abordar mais nada”, afirmou Cássio, ainda suado do treinamento matinal, garantindo não sentir frustração por ter perdido a oportunidade de disputar o pouco badalado Campeonato Turco. “Já tenho uma base aqui, uma história bem legal, e não bati o pé, querendo ir embora de qualquer jeito. Foi o Corinthians que abriu as portas para mim. Sou grato. Não brigaria para forçar uma saída. Vida que segue. Estou no maior clube do Brasil”, repetiu.
“O Besiktas não sinalizou para o Corinthians tudo aquilo com o que havia se comprometido até certa data. Eu também não poderia ficar esperando. Não deu certo, mas fiquei muito tranquilo. Sempre jogamos aberto. Não foi por isso que fui pedir aumento salarial ou para prolongarem o meu contrato”, bradou Cássio, cujo vínculo com o Corinthians tem validade até 31 de dezembro de 2018. “Vida que segue. Estou no maior clube do Brasil, e não tenho que ficar me queixando. A responsabilidade pode aumentar, então tenho que estar focado para fazer o meu melhor.”
Cássio não estava focado até o dia em que o Corinthians embarcou para os Estados Unidos para complementar a sua pré-temporada com a disputa da Copa Flórida. Na época, o melhor jogador do Mundial de Clubes de 2012 treinava como reserva do amigo Walter e não parecia empenhado para recuperar o peso que tinha antes das férias – muito bem aproveitadas em um cruzeiro. No vestiário do CT Joaquim Grava, ele pedia aos companheiros que não lhe questionassem mais sobre o Besiktas.
“Já consegui perder uns quilinhos. Cheguei acima do peso, mas estou em um grau muito bom agora, com o porcentual de gordura mais baixo. Tivemos treinos bem intensos. Muitas pessoas acham que vamos para os Estados Unidos para passear, mas foi bom para trabalhar. No meu caso, treinei em três períodos por estar distante dos outros, até por causa das negociações”, reconheceu.
Ainda sobre as tratativas com o Besiktas, Cássio fez questão de repetir o discurso do presidente Roberto de Andrade, para quem os clubes interessados em atletas do Corinthians devem antes procurar a sua diretoria. No caso da oferta pelo goleiro, o valor oferecido não agradou.
“Eu não sabia quanto ganharia. Ok, sabia um pouco, a base salarial, mas um contrato tem muitas coisas. O Corinthians não acertou a venda, então não dava para abordar mais nada”, afirmou Cássio, ainda suado do treinamento matinal, garantindo não sentir frustração por ter perdido a oportunidade de disputar o pouco badalado Campeonato Turco. “Já tenho uma base aqui, uma história bem legal, e não bati o pé, querendo ir embora de qualquer jeito. Foi o Corinthians que abriu as portas para mim. Sou grato. Não brigaria para forçar uma saída. Vida que segue. Estou no maior clube do Brasil”, repetiu.
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Postado por Marcos - 4323 visitas - Fonte: Gazeta Esportiva
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