O Corinthians encerrou a primeira fase do Campeonato Brasileiro Feminino na segunda colocação após derrota por 3 a 1 para o Internacional. Apesar do resultado, as Brabas já garantiram R$ 800 mil em premiações da CBF durante o torneio. O valor é composto pela cota fixa de participação, que foi ampliada para R$ 720 mil em 2026, além de R$ 80 mil obtidos por transmissões de jogos escolhidos como prioridade nacional.
Entre os confrontos que renderam acréscimos estão duelos contra Fluminense, Ferroviária, São Paulo e Santos. Cada partida selecionada garantiu R$ 20 mil extras ao clube.
O aumento da premiação reflete a valorização do futebol feminino pela CBF. Em 2025, os clubes receberam R$ 300 mil de cota fixa, menos da metade do valor atual. A mudança busca fortalecer a competição e dar mais sustentabilidade financeira às equipes. Para o Corinthians, que já é referência na modalidade, o incremento representa mais recursos para manter a estrutura e investir em elenco competitivo.
Além disso, a visibilidade das Brabas em transmissões nacionais reforça o peso do clube no cenário feminino. Jogos contra rivais tradicionais atraem audiência e garantem cotas adicionais, ampliando a receita.
Com R$ 800 mil já assegurados, o Corinthians ganha fôlego financeiro para a sequência da temporada. O valor ajuda a cobrir custos operacionais, como viagens, logística e manutenção da estrutura, além de permitir maior estabilidade para atletas e comissão técnica. A arrecadação também reforça a imagem do clube como protagonista do futebol feminino, atraindo patrocinadores e fortalecendo a marca.
Para a torcida, os números confirmam o sucesso das Brabas dentro e fora de campo. A Fiel vê na equipe não apenas títulos, mas também capacidade de gerar receita e consolidar o Corinthians como referência continental.
O Corinthians enfrentará o Cruzeiro nas quartas de final do Brasileirão Feminino, com o jogo de volta marcado para a Neo Química Arena. A expectativa é que novas transmissões possam ampliar ainda mais a arrecadação. Caso avance, o clube terá chance de disputar premiações maiores: R$ 2 milhões para o campeão e R$ 1 milhão para o vice.
Além do Brasileirão, outras competições também podem render cifras importantes. No Paulistão, os clubes dividirão R$ 3 milhões, com bônus de R$ 1,04 milhão para o campeão. Já a Libertadores Feminina promete ser a mais lucrativa: em 2025, o título rendeu ao Corinthians cerca de R$ 11 milhões. Em 2026, a expectativa é de valores ainda maiores.
Assim, os R$ 800 mil conquistados até agora são apenas o início de uma temporada que pode ser histórica para as Brabas. Com chances reais de ampliar a arrecadação e conquistar novos títulos, o Corinthians reafirma sua posição como potência do futebol feminino no Brasil e na América do Sul.
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