O Corinthians de 2026 viu sua organização tática buscar a virada durante todo o segundo tempo, mas esbarrou em decisões polêmicas do apito. Aos 24 minutos, o volante André caiu na área após contato com Ayrton Lucas. Enquanto o árbitro mandou o jogo seguir e o VAR permaneceu em silêncio, a análise de Paulo César de Oliveira foi contundente: houve falta no jogador corinthiano. Segundo o comentarista, a infração deveria ter resultado em penalidade máxima, o que poderia ter dado os três pontos ao Alvinegro.
Expulsão Rigorosa e Critérios Questionados
A arbitragem já vinha sendo centro das atenções desde o início da segunda etapa:
Vermelho Direto: Aos 8 minutos, Evertton Araújo, do Flamengo, foi expulso após dividida com Breno Bidon.
Visão do Especialista: Para PC Oliveira, o lance foi para cartão amarelo. Embora a entrada tenha sido "temerária", o especialista entendeu que a expulsão foi um excesso de rigor, mesmo após a revisão no monitor.
Leitura de Jogo: A sucessão de interpretações divergentes gerou revolta nas arquibancadas e nos jogadores do Timão, que sentiram a intensidade do jogo ser picotada por faltas excessivas e critérios confusos.
Foco na Reapresentação
Apesar do empate amargo, o Corinthians agora entra na pausa da Data Fifa tentando digerir os erros de arbitragem. A diretoria alvinegra deve monitorar os relatórios da CBF, buscando explicações para a não interferência do VAR no lance de André. Com 10 pontos e na 11ª posição, o Timão sabe que cada detalhe — e cada decisão do apito — será crucial na luta para subir na tabela do Brasileirão.
O Corinthians encerra este domingo com a sensação de que a vitória foi "tirada" por detalhes extra-campo. Se a leitura de jogo de Dorival Júnior conseguiu neutralizar o Flamengo com um homem a mais, a falta de precisão da arbitragem impediu que o volume de jogo se transformasse em vantagem no placar. Agora, resta ao elenco focar nos treinamentos para que, no dia 1º de abril contra o Fluminense, o resultado dependa apenas do que for produzido dentro das quatro linhas.