No próximo domingo, 1º de fevereiro de 2026, o Corinthians enfrentará o Arsenal na final do Mundial de Clubes Feminino, marcada para às 15h no Emirates Stadium, em Londres. A equipe paulista busca ampliar seu prestígio internacional após uma campanha sólida, que incluiu a eliminação do Gotham FC nas semifinais, com uma vitória por 1 a 0, gol marcado por Gabi Zanotti.
O técnico Lucas Piccinato enfrenta apenas dois desfalques para a decisão: as zagueiras Agustina Barroso e Thaís Regina, que permanecem no Brasil em processo de recuperação de lesões. Com a intenção de manter a organização tática que rendeu sucesso na semifinal, espera-se que o comandante utilize a mesma escalação, priorizando a experiência enquanto integra as jovens jogadoras ao longo da partida.
Por outro lado, o Arsenal, sob a direção de Renée Slegers, apresenta uma condição de elenco favorável, com a possibilidade de manter a mesma formação que atuou contra o ASFAR, também nas semifinais. A única mudança pode ocorrer no setor ofensivo, com a potencial inclusão de Alessia Russo, que se destacou ao marcar dois gols na semifinal, conferindo maior intensidade e opções ao ataque.
O Corinthians entrará em campo em um ambiente favorável, ciente da importância do resultado para sua história no futebol feminino. A equipe apresenta-se como um adversário robusto, capaz de executar uma leitura de jogo eficiente, o que será crucial para enfrentar o Arsenal, reconhecido por sua força e por atuar em casa.
A expectativa é que o confronto seja marcado por transições rápidas e um forte empenho defensivo de ambas as equipes, com foco na construção do jogo pela linha de meio-campo. O desempenho individual de atletas-chave, como Gabi Zanotti pelo lado corinthiano e Beth Mead pelo Arsenal, poderá determinar o ritmo e o desenrolar da partida.
Com o título em jogo, a pressão aumenta para ambas as equipes, que desejam consolidar suas trajetórias vitoriosas e garantir um legado na história das competições internacionais de clubes femininos. Este embate não é apenas uma final, mas uma oportunidade para elevar ainda mais o nível do futebol feminino no cenário global.
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