No Mineirão lotado, Dorival Júnior desenhou uma estratégia inteligente para o Corinthians, visando neutralizar o Cruzeiro sem a necessidade de dominar a posse de bola. Essa abordagem ficou evidente nos primeiros minutos da partida, com a equipe investindo em jogadas de bola parada e pressionando a saída do adversário. Logo aos cinco minutos, Memphis Depay quase abriu o placar em um escanteio fechado, exigindo uma defesa espetacular de Cássio e mostrando o impacto das jogadas ensaiadas pelo técnico.
A tática de Dorival era clara: recuperar a posse no campo adversário e acelerar as jogadas de forma eficaz, com Depay como principal protagonista. A estratégia deu resultado aos 21 minutos, quando Carrilo fez um cruzamento preciso, Yuri Alberto venceu no alto, e Depay finalizou em dois tempos, colocando o Corinthians na frente do placar. Embora o Cruzeiro tenha conseguido mais posse de bola, era o Corinthians quem controlava o ritmo da partida, sendo mais letal e objetivo nas suas ações.
Com o passar do primeiro tempo, o Cruzeiro passou a ter mais domínio da bola, tentando atrair o Corinthians para o seu campo. No entanto, Dorival manteve sua equipe bem compacta e disciplinada, sem deixar espaços entre as linhas defensivas. O Cruzeiro conseguiu criar apenas uma oportunidade clara, com Matheus Pereira, mas Hugo Souza fez a defesa. O Corinthians, por sua vez, controlou as ações defensivas, mesmo com o jogo se tornando mais intenso e truncado.
No segundo tempo, Dorival ajustou a equipe: recuou as linhas defensivas e passou a explorar os contra-ataques. As entradas de Vitinho e André aumentaram a velocidade pelas laterais, enquanto Garro foi mantido para ajudar a controlar a posse de bola e cadenciar o ritmo do jogo quando necessário. Essa mudança possibilitou ao Cruzeiro maior controle da bola, mas sem transformar isso em efetividade, exatamente o que o treinador buscava.
O time celeste tentou pressionar, mas esbarrou na sólida estratégia do Corinthians, que soube se organizar defensivamente, baixou suas linhas e fechou o centro da área. No segundo tempo, Hugo trabalhou pouco, evidenciando que a equipe de Dorival estava no controle, mesmo sem a posse da bola. Os contra-ataques com Depay, Vitinho e Yuri Alberto mantiveram o Cruzeiro em alerta até o apito final.
A vitória por 1 a 0 refletiu exatamente o que Dorival havia planejado: uma combinação de jogadas ensaiadas, uma defesa sólida, compactação do time e transições rápidas. O técnico venceu o duelo tático no Mineirão, levando o Corinthians à partida de volta com uma vantagem importante, podendo decidir a classificação em casa. Mais do que o resultado, o jogo evidenciou que o Corinthians reencontrou sua identidade em confrontos de mata-mata.



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