O Corinthians tem enfrentado um crescimento significativo em sua dívida desde 2007, o que levou o clube a destinar cerca de 27% de suas receitas para o pagamento de compromissos financeiros. Em meio a esse cenário desafiador, o clube apresentou um plano sob o Regime Centralizado de Execuções (RCE), solicitando um prazo de dez anos para a quitação de suas obrigações. No entanto, essa proposta gera divergências com alguns credores, que incluem demandas por um percentual maior das receitas destinadas ao pagamento.
A discrepância entre o que o clube propõe e o que alguns credores exigem, como o empresário Walter Caetano, tem sido objeto de negociações. Enquanto Caetano defende que o Timão deve destinar 20% de suas receitas, o clube argumenta que essa porcentagem comprometeria completamente suas operações esportivas e sociais. A proposta do Corinthians é estabelecer um parcelamento progressivo, começando com 4% no primeiro ano e aumentando gradativamente nos anos seguintes, tanto das receitas recorrentes quanto das vendas de jogadores.
Os representantes legais do Corinthians, os advogados Elias Mubarak e Júlio Mandel, ressaltam que o clube já possui outros compromissos financeiros significativos, incluindo o financiamento da Neo Química Arena e tributos em regime de parcelamento. A administradora judicial do plano, Laspro Consultores, confirmou que as obrigações trabalhistas, financeiras, desportivas, cíveis e tributárias do clube representam cerca de 27,4% de seu faturamento anual.
Neste contexto, os advogados do Corinthians defendem que a lei que rege o RCE permite um prazo de seis anos, prorrogáveis por mais quatro, colocando o Santos como exemplo de um plano que obteve sucesso. Além disso, destacam que a exigência de destinar pelo menos 20% das receitas se aplica apenas a Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). Mandel reforça que o clube demonstrou a capacidade de honrar seus compromissos financeiros dentro dos prazos legais.
O Corinthians busca, ainda, à Justiça, a realização de audiências de conciliação com credores que estão insatisfeitos com o plano, como os empresários André Cury e Walter Caetano, além da casa de apostas Pixbet. Atualmente, a dívida total do RCE corintiano ultrapassa R$ 367 milhões, com R$ 190 milhões já em processos de execução judicial.



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