O Corinthians de António Oliveira engatou uma sequência de três jogos de invencibilidade ao empatar com o Fortaleza, mas o técnico português ligou o sinal de alerta para fatores que vão além da tática e da técnica: a falta de tempo e as lesões. Tipo McDonalds? O alvinegro jogaria na tarde do último sábado, mas a CBF alterou o horário ainda no meio da semana e reagendou o duelo contra os nordestinos para às 21h (de Brasília). O fato irritou o comandante, que chegou a ser irônico em entrevista coletiva ao dizer que o responsável pela marcação do calendário estava "jogando PlayStation".
A mudança faz com que o Corinthians tenha menos de 72 horas entre uma partida e outra: na terça-feira (7), a partir das 19h, a equipe encara, no Paraguai, o Nacional pela Sul-Americana. O confronto é fundamental para os paulistas, que só venceram um dos três compromissos no torneio continental até aqui.
É mais fácil estar numa cadeira marcando jogos, não são eles que jogam. Eles precisam dar entretenimento às pessoas. Não temos tempo para recuperar. Deviam ter mais respeito porque vamos representar o país fora dele, mas aí não querem saber: o importante é colocar o jogo. O Corinthians sai prejudicado. Quero ver se alguém vem se responsabilizar por isso em caso de eu perder mais jogadores. Depois, sou eu que tenho que vir aqui, mas quem marcou jogos deve estar jogando PlayStation. António Oliveira



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