O primeiro mata-mata do Corinthians no ano teve um cenário de tranquilidade que os bons resultados do início da era António Oliveira trouxeram para o CT Joaquim Grava. Diante do Cianorte, em Maringá, o Timão se impôs desde o primeiro minuto, fez valer a qualidade técnica e assegurou uma vitória confortável por 3 a 0, que deu a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil . Bastou a primeira volta no relógio para o Timão assumir a vantagem no placar, em jogada de Wesley pela esquerda, e o controle do jogo. Romero ampliou e praticamente encaminhou a classificação com apenas 30 minutos de partida no Paraná. Na segunda parte, o paraguaio definiu a tranquila vitória. Era o cenário perfeito em uma noite de testes para António Oliveira. Afinal, sem Yuri Alberto e Pedro Raul, o treinador português precisou mudar a configuração do ataque, centralizando Romero. Deu certo: o paraguaio ratificou a fase goleadora (são cinco gols no ano), e o português ganhou mais uma alternativa de formação neste início de trabalho. Romero atuou como referência e deu espaço para Pedro Henrique e Wesley atuarem abertos novamente. O primeiro deu bom volume e chamou bastante o jogo pela direita, enquanto o segundo mais uma vez se destacou e mostrou que começa a ganhar protagonismo no elenco. Uma das marcas deste início de temporada do time é a procura pelo jovem atacante de 18 anos no mano a mano. Foi assim que o Timão abriu o placar, logo no primeiro minuto de partida. Gustavo Henrique achou Wesley no um contra um, e o camisa 38 venceu a marcação antes de contar com o desvio de Raphael antes de a bola entrar nas redes. O atacante do Timão usou o fundo, puxando para a perna esquerda, ao invés de abrir para o chute de direita. A decisão técnica mostra um ganho de maturidade no jogo de Wesley, antes insistente em puxar a jogada para o meio na busca pela finalização ou um cruzamento mais flutuante para a área. A jogada se repetiu no jogo e mostra um jovem cada vez mais letal no um contra um. Aos 10, por exemplo, Wesley também levou para o fundo e achou Maycon livre para fazer o 2 a 0, mas a finalização do volante parou na trave esquerda do goleiro do Cianorte. Marcação alta funciona Outra maneira encontrada pelo Corinthians para se impor em Maringá deu-se na marcação alta imposta para pressionar a saída de bola do Cianorte. O segundo gol saiu em uma dessas roubadas. Rodrigo Garro se antecipou e serviu Romero, que teve tempo para girar e finalizar com precisão no canto direito. Foi o 50º gol do paraguaio, agora entre os cinco maiores artilheiros do time no século XXI. Garro, aliás, se mostrou um dos pilares desta estratégia de jogo. O primeiro combate aos zagueiros conta com o argentino se adiantando para pressionar ao lado de Romero. O lance do 2 a 0 exemplifica a aplicação demonstrada pelo camisa 16, em alta desde o gol no Dérbi contra o Palmeiras. Com espaço, o argentino errou algumas tentativas de lançamento, mas se mostrou bem à vontade dentro da nova gestão de trabalho com António Oliveira. Segundo tempo sem sustos Muitos torcedores do Corinthians se acostumaram nos últimos anos a testemunhar constantes quedas de desempenho do time em situações de vantagem no placar. Não foi o que aconteceu em Maringá. António Oliveira retornou dos vestiários cobrando postura parecida à apresentada na metade inicial do jogo, e o Corinthians não deixou a rotação baixar, encontrando ainda mais espaços diante de um adversário que tentou se lançar para buscar a reação. Embora alguns espaços tenham aparecido no campo de defesa do próprio Timão, ofensivamente o time seguiu investindo nos jogos pelas pontas para incomodar a equipe da casa. Se o lado esquerdo apareceu com destaque no primeiro tempo, o direito ganhou espaço na etapa final. Aos 17 minutos, Pedro Henrique fez bela jogada individual e cruzou na medida para Wesley, que desviou de cabeça para Romero completar para o gol. O 3 a 0 permitiu a António Oliveira descansar o elenco, abrindo espaço para substituições e minutagem para atletas que podem surgir como alternativas futuras, caso de Giovane e Biro, que perderam os primeiros jogos em virtude do Pré-Olímpico. Agora, o foco de um time fortalecido e mais leve, após um início péssimo de temporada, é na difícil missão de avançar para o mata-mata do Paulistão . Restam três jogos e quatro pontos de distância para o Mirassol, segundo colocado no Grupo C do estadual.



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