Luxemburgo até considerou a vantagem pequena, mas não deixou de comemorar o resultado obtido pelo Corinthians
na vitória por 1 a 0 contra o Estudiantes,
na noite desta terça-feira, na Neo Química Arena, no primeiro duelo das quartas de final da Copa Sul-Americana. Na volta, na próxima terça-feira, o Timão joga pelo empate para ir à semifinal.
– Dois gols a diferença seria bem maior, claro, mas nós conseguimos uma vantagem para jogar lá. Eu tinha que buscar fazer o segundo gol, contra um time bom e muito bem treinado, mas sem deixar vulnerável para eles de repente fazerem um gol. Este jogo era para uma, duas três oportunidades.
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Em sua análise do jogo, Luxemburgo falou da chance perdida por Gustavo Mosquito, que no segundo tempo recebeu um passe de Romero de frente para o gol, mas errou o alvo. Tudo isso três dias depois de o mesmo Mosquito marcar o gol de empate contra o Cruzeiro no Mineirão.
– O mesmo cara que deu o empate para a gente contra o Cruzeiro, hoje não deu. Faz parte do futebol. Conseguimos uma boa vantagem para o jogo de lá, mas antes de ir para lá temos que jogar o jogo do Brasileirão – destacou, sobre a partida contra o Goiás no próximo sábado.
Luxa lamentou o fato de arbitragem ter ignorado um pênalti em favor do Corinthians, em lance que Maycon finalizou e a bola bateu na mão do zagueiro Lollo.
– O pênalti da mão, acho que sim, foi pênalti. Não sei se faríamos o gol ou não, mas foi. Isso é complicado, porque jogamos contra uma equipe que tem qualidade e isso faz diferença no jogo. Um jogo desta importância, difícil, com VAR e tudo, teria que marcar – reclamou.
Na visão de Luxemburgo, o trabalho dele e de sua comissão técnica é bom nesta temporada:
– São 14 jogos com uma derrota. Este é um número considerável. O ideal nosso foi encontrar um equilíbrio nestes jogos, jogando com três zagueiros, o Bruno na lateral. Hoje tenho o elenco na minha mão, com rodagem, para fazer as mudanças. Considero que hoje tenho possibilidades de mexer para lá e para cá, e os jogadores estão rendendo. A derrota que tivemos nos tirou de uma competição (Copa do Brasil), mas são 14 jogos que viemos jogando de várias maneiras e consistente. Às vezes um tempo melhor do que o outro, mas isso faz parte do futebol – analisou.
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Vanderlei Luxemburgo em Corinthians x Estudiantes — Foto: Marcos Ribolli
Vanderlei Luxemburgo em Corinthians x Estudiantes — Foto: Marcos Ribolli
O Timão volta a campo no sábado, às 21h (de Brasília), diante do Goiás, na Neo Química Arena, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Veja mais trechos da coletiva:
Ausência de Wesley na partida
– Com todo respeito à pergunta, é opção de você olhar o adversário, o porquê da ausência do Wesley. É opção do técnico. A análise fica para vocês. Essa é a segunda vez que eles (Estudiantes) jogam com linha de quatro fora de casa na Sul-Americana. A entrada deles por dentro é muito forte, porque os dois meias entram constantemente com os atacantes. O Wesley não entrou porque a opção foi outra em função da circunstância que se apresentou para a gente, contra um meio-campo fortalecido.
Renato Augusto de referência no fim
– Não é referência. Se fosse uma novidade, tudo bem, é Santos Dumont para ficar inventando? Mas não é. Eu tinha Biro e Romero. Onde estaria a vulnerabilidade? Atrás do lateral. Ele mastiga bem a bola, então de repente teria uma bola atrás do lateral, como o Romero teve depois a chance. Eu achava que tendo dois caras rápidos pelo lado, o Renato poderia enfiar bem essa bola para os lados.
Atuações de Rojas
– É um excelente jogador de futebol. Quando fomos contratar, eu conversei para poder saber como seria melhor, e ele se sente mais confortável pela direita. Ele me disse que pode jogar nas três posições, hoje usei um pouquinho na esquerda, mas ele prefere na direita. O que falta ao Matías é jogo. Não existe a condição física, é a atlética, que é emocional, físico, tático, é jogo para ele poder pegar ritmo. Ele teve uma lesão que atrapalha, mas ele naturalmente vai evoluir.
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Luxemburgo e Gil em entrevista no Corinthians — Foto: Arthur Sandes
Luxemburgo e Gil em entrevista no Corinthians — Foto: Arthur Sandes
Reclamações com a arbitragem
– Falo aos meus jogadores para não reclamarem, não fazer bolinho em árbitro. Porque no outro jogo teve, eles saíram com a bola e fizeram o gol (Newell’s Old Boys na Arena). Deixa eles, que é a característica dos times argentinos, eles provocam daqui e dali. Não tenho que entrar neste ambiente, tenho que estar no meu e fazer o que precisa fazer. Se entrar no ambiente deles, é complicado.
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