O atacante Jô tem apenas 34 anos, mas vive nesta segunda-feira (19) um dia especial que comprova a sua longevidade no Timão e no mundo do futebol. Neste dia, há exatamente 18 anos, ele estreou como profissional após ser promovido das categorias de base corinthianas.
Filho não só do Terrão, mas também do futsal alvinegros, Jô foi uma das soluções encontradas pelo técnico Geninho para reforçar o ataque alvinegro em 2003 após a saída de alguns jogadores no meio daquele ano. Assim, ele foi convocado para a partida contra o Guarani pelo Campeonato Brasileiro.
Geninho mandou a campo um time com: Rubinho; Rogério, Betão, Marquinhos, Moreno; Fabinho, Cocito, Fabrício, Renato; Abuda e Fumagalli. Na segunda etapa, Jô entrou no lugar de Abuda – que marcou o gol da vitória por 1 a 0 no Pacaembu. E outros dois crias do Terrão, Bobô e Wendel também entraram em campo naquela ocasião.
Mas quem veio a marcar o seu nome na história alvinegra foi Jô. Rapidamente, ele começou a se destacar e passou a ser titular nas temporadas 2003 e 2004, e jogou por diversas ocasiões ao lado de Tevez e Nilmar no time campeão do Brasileirão em 2005, seu primeiro título com a camisa alvinegra.
Jô foi negociado no final daquele ano e, após passar pelo futebol europeu, asiático e brasileiro, retornou ao Timão em 2017 para viver um dos melhores anos da sua carreira. Ele foi peça-chave nas conquistas dos títulos do Paulistão e do Brasileirão, este último como artilheiro do campeonato – marca inédita para um atleta corinthiano.
O Filho do Terrão deixou novamente o clube ao final daquele ano, negociado com o futebol japonês. Lá ficou por duas temporadas, e no início de 2020 definiu seu retorno ao clube do Parque São Jorge. Em seu segundo ano na sua terceira passagem, bateu marcas importantes: marcou o gol 200 da Neo Química Arena, tornou-se o artilheiro da Casa do Povo com 27 gols, e também o artilheiro do século XXI, com seus 58 gols anotados em 241 jogos.
Esse JO é um cara de pau não ta jogando nada e não pede para sair .