6/2/2015 12:13
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Diretor jurídico do Timão clama por revogação de "decisão repentina" do MP
Fernando Dantas/Gazeta Press
Timão quer reverter decisão do MP para ter torcida em primeiro Derby no novo estádio do Palmeiras
Após a decisão do Ministério Público do Estado de São Paulo em fazer o primeiro Derby da nova Arena do Palmeiras com presença única da torcida mandante, o diretor jurídico do Corinthians, Luiz Alberto Bussab, entrou na noite da última quinta-feira com uma representação na Justiça contra o MP para tentar garantir aos corintianos um espaço na arquibancada do Allianz Parque. Em entrevista à Rádio Transamérica, o diretor afirmou que a decisão do recurso deve sair ainda nesta sexta-feira.
Reclamando que a decisão “repentina” foi feita exclusivamente em se tratando de clássicos entre Corinthians e Palmeiras, Bussab protestou tanto contra a Federação Paulista quanto contra o Ministério Público. “Se existe uma intenção de se regular a presença de visitantes e mandantes em clássicos, há que se reunir todos juntos para sentarmos e fazermos o regulamento antes do campeonato. Chegar de forma repentina e estipular isso não tem sentido”, declarou. “Outro caso estranho é fazer isso exclusivamente para jogos entre Corinthians e Palmeiras. Judicialmente vamos discutir o jogo de domingo, existe tempo hábil, certamente a decisão deve sair hoje e vamos respeitar a delimitação da justiça”, prosseguiu.
Questionado sobre a predominância de uniformizados no espaço reservado à torcida visitante, inclusive em clássicos, o diretor tentou se esquivar argumentando que isso já era uma questão de segurança. “A petição visa à defesa dos interesses do clube e dos torcedores em geral. Normalmente, são as torcidas uniformizadas que vão nesse espaço reservado, não só com o Corinthians, mas com outros times. É uma questão de segurança, quem tem que tratar disso é o Estado. Se estão reunidos os uniformizados em um setor do estádio, a polícia tem que ter aparato para fornecer segurança”, advertiu. “A tabela do Paulistão saiu há meses, porque 48 horas antes aconteceu essa determinação? E porque só em clássicos entre Corinthians e Palmeiras?”, indagou.
Insistindo na presença das duas torcidas, Luiz Alberto Bussab alegou que em Itaquera, torcidas de São Paulo, Santos e até mesmo Palmeiras já foram recebidas, e tudo transcorreu de forma segura. “Temos o posicionamento que os jogos tem que ter duas torcidas, é assim que é na nossa casa. Como você justifica que em um jogo eu não possa levar a minha torcida e no outro eu tenha que receber a do adversário? O estádio do Palmeiras é moderno, novo e seguro. A Polícia Militar tem condição de dar segurança para o espetáculo”, comentou.
No caso do recurso alvinegro ser barrado na Justiça, o diretor jurídico vê por bem deixar a decisão a cargo do novo mandatário do Alvinegro, que será escolhido em pleito a ser realizado neste sábado. “Aí já deixa de ser uma decisão jurídica e passa a ser da diretoria. Temos uma eleição sábado e domingo já será um novo presidente, independente de quem for. Estamos tentando com todos os esforços reverter a situação, mas se não conseguirmos, essa decisão vai ficar para o presidente que assumir sábado”, falou. “A decisão de não entrar em campo é muito difícil, radical, uma série de coisas precisam ser avaliadas. Vamos aguardar a decisão e ver o que fazer, mas não podemos pensar nisso”, acrescentou.
Timão quer reverter decisão do MP para ter torcida em primeiro Derby no novo estádio do Palmeiras
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Reclamando que a decisão “repentina” foi feita exclusivamente em se tratando de clássicos entre Corinthians e Palmeiras, Bussab protestou tanto contra a Federação Paulista quanto contra o Ministério Público. “Se existe uma intenção de se regular a presença de visitantes e mandantes em clássicos, há que se reunir todos juntos para sentarmos e fazermos o regulamento antes do campeonato. Chegar de forma repentina e estipular isso não tem sentido”, declarou. “Outro caso estranho é fazer isso exclusivamente para jogos entre Corinthians e Palmeiras. Judicialmente vamos discutir o jogo de domingo, existe tempo hábil, certamente a decisão deve sair hoje e vamos respeitar a delimitação da justiça”, prosseguiu.
Questionado sobre a predominância de uniformizados no espaço reservado à torcida visitante, inclusive em clássicos, o diretor tentou se esquivar argumentando que isso já era uma questão de segurança. “A petição visa à defesa dos interesses do clube e dos torcedores em geral. Normalmente, são as torcidas uniformizadas que vão nesse espaço reservado, não só com o Corinthians, mas com outros times. É uma questão de segurança, quem tem que tratar disso é o Estado. Se estão reunidos os uniformizados em um setor do estádio, a polícia tem que ter aparato para fornecer segurança”, advertiu. “A tabela do Paulistão saiu há meses, porque 48 horas antes aconteceu essa determinação? E porque só em clássicos entre Corinthians e Palmeiras?”, indagou.
Insistindo na presença das duas torcidas, Luiz Alberto Bussab alegou que em Itaquera, torcidas de São Paulo, Santos e até mesmo Palmeiras já foram recebidas, e tudo transcorreu de forma segura. “Temos o posicionamento que os jogos tem que ter duas torcidas, é assim que é na nossa casa. Como você justifica que em um jogo eu não possa levar a minha torcida e no outro eu tenha que receber a do adversário? O estádio do Palmeiras é moderno, novo e seguro. A Polícia Militar tem condição de dar segurança para o espetáculo”, comentou.
No caso do recurso alvinegro ser barrado na Justiça, o diretor jurídico vê por bem deixar a decisão a cargo do novo mandatário do Alvinegro, que será escolhido em pleito a ser realizado neste sábado. “Aí já deixa de ser uma decisão jurídica e passa a ser da diretoria. Temos uma eleição sábado e domingo já será um novo presidente, independente de quem for. Estamos tentando com todos os esforços reverter a situação, mas se não conseguirmos, essa decisão vai ficar para o presidente que assumir sábado”, falou. “A decisão de não entrar em campo é muito difícil, radical, uma série de coisas precisam ser avaliadas. Vamos aguardar a decisão e ver o que fazer, mas não podemos pensar nisso”, acrescentou.
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Postado por Marcos - 4662 visitas - Fonte: Gazeta Esportiva
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