31/3/2014 09:14
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Corinthians, São Paulo e Palmeiras fora do Paulistão... Como eles reagiram?
Só sobrou o Santos, entre os grandes, na edição 2014 do Campeonato Paulista. Corinthians, São Paulo e Palmeiras, nesta ordem, caíram fora do estadual e agora se prepararam para os próximos campeonatos, como Copa do Brasil e Brasileirão. As justificativas para os fracassos variaram de caso para caso, bem como a atitude de cada diretoria diante das derrotas.
Neste domingo, no Pacaembu, depois de perder para o Ituano, a postura do Palmeiras chamou mais uma vez a atenção de quem estava presente no estádio. Logo depois de o jogo terminar, o diretor executivo, José Carlos Brunoro, já estava a postos para conversar com a imprensa e tentar buscar explicações para o que aconteceu na semifinal.
Minutos depois, o presidente Paulo Nobre sentou-se para uma coletiva de imprensa, com perguntas e respostas rápidas. O discurso não teve nada demais, mas valeu para garantir a permanência de Gilson Kleina, lamentar o 1 a 0 para um time menor, falar da conversa que teve no vestiário com toda a equipe. Na sequência, o treinador também deu entrevista.
A situação chamou a atenção especialmente pelo fato de a atitude ter sido completamente diferente das outras equipes que foram eliminadas antes, em fases menos importantes, quando, teoricamente, a obrigação era maior para passar - times grandes, folhas de pagamentos milionárias, infraestrutura de sobra, em comparação com os menores.
Na derrota do São Paulo para a Penapolense, na semana passada, nos pênaltis, nas quartas de final, nenhum diretor apareceu para falar. O presidente Juvenal Juvêncio não estava por lá, e seu vice de Futebol, João Paulo de Jesus Lopes, também não foi visto. As justificativas ficaram por conta de Muricy Ramalho, técnico do elenco.
O mesmo aconteceu há quinze dias, quando também contra o time de Penápolis o Corinthians foi eliminado, ainda na fase de grupos. Na ocasião, o comandante alvinegro Mario Gobbi não estava presente e o diretor de Futebol, Ronaldo Ximenes, não tinha conseguido sair do hotel, por problemas de saúde. O gerente do departamento, Edú Gaspar, não falou com a imprensa, e sobrou para Mano Menezes, treinador da equipe.
Nos dois próximos domingos, o Santos disputará com o Ituano o título do Paulistão. Com locais ainda indefinidos, o alvinegro praiano terá a chance de ser campeão e consagrar a boa campanha que fez até agora na temporada. Se não conseguir, alguém também terá de estar lá na sala de imprensa para buscar justificativas para mais uma derrota de um grande...
Neste domingo, no Pacaembu, depois de perder para o Ituano, a postura do Palmeiras chamou mais uma vez a atenção de quem estava presente no estádio. Logo depois de o jogo terminar, o diretor executivo, José Carlos Brunoro, já estava a postos para conversar com a imprensa e tentar buscar explicações para o que aconteceu na semifinal.
Minutos depois, o presidente Paulo Nobre sentou-se para uma coletiva de imprensa, com perguntas e respostas rápidas. O discurso não teve nada demais, mas valeu para garantir a permanência de Gilson Kleina, lamentar o 1 a 0 para um time menor, falar da conversa que teve no vestiário com toda a equipe. Na sequência, o treinador também deu entrevista.
A situação chamou a atenção especialmente pelo fato de a atitude ter sido completamente diferente das outras equipes que foram eliminadas antes, em fases menos importantes, quando, teoricamente, a obrigação era maior para passar - times grandes, folhas de pagamentos milionárias, infraestrutura de sobra, em comparação com os menores.
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O mesmo aconteceu há quinze dias, quando também contra o time de Penápolis o Corinthians foi eliminado, ainda na fase de grupos. Na ocasião, o comandante alvinegro Mario Gobbi não estava presente e o diretor de Futebol, Ronaldo Ximenes, não tinha conseguido sair do hotel, por problemas de saúde. O gerente do departamento, Edú Gaspar, não falou com a imprensa, e sobrou para Mano Menezes, treinador da equipe.
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Postado por Willian - 5736 visitas - Fonte: ESPN.com.br
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