9/3/2014 10:20
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'Amigos', Corinthians e São Paulo fazem duelo decisivo.
Corinthians e São Paulo normalmente já protagonizam clássicos cercados de rivalidade e tensão
especialmente nos últimos anos, mas as circunstâncias do jogo deste domingo, às 16 horas, no estádio do Pacaembu, aumentam ainda mais a temperatura.
Além do momento de recuperação de ambos no Campeonato Paulista, o duelo válido pela 13ª rodada dá ao clube tricolor a chance de afundar as chances de classificação do rival e, de quebra, encerrar o incômodo jejum de 12 clássicos sem vitórias:
o último foi em dezembro de 2012, justamente contra o rival deste domingo.
Ao menos desta vez, os ingredientes se resumem a dentro de campo. Desde a saída de Andrés Sanchez da presidência do Corinthians, os rivais se reaproximaram e voltaram a construir pontes de relacionamento tão cívicas que permitiram uma super troca entre o meia Jadson e o atacante Alexandre Pato, cenário inimaginável há alguns anos.
Nenhum deles, no entanto, estará em campo. Alexandre Pato não pode sequer jogar o Paulistão e só fará a sua estreia time no meio de semana, pela Copa do Brasil.
Jadson se transformou no principal jogador do Corinthians, mas fica de fora porque houve um acordo entre os clubes de que nenhum jogador enfrenta o ex-clube a menos que se pague uma multa. “Acordo existem para serem cumpridos”, disse o técnico Mano Menezes, em uma prova de que a relação entre os rivais, fora de campo, é ótima.
Com a bola rolando, porém, o São Paulo quer aproveitar a chance de nocautear o adversário e eliminá-lo ainda na fase de grupos. “Seria interessante porque é um adversário direto”, reconheceu o técnico Muricy Ramalho.
Mano Menezes não viu desrespeito na declaração do rival.
“É obrigação do São Paulo fazer isso”, disse. “Se você deixa um grande crescer, lá na frente é difícil (enfrentá-lo)”.
O clássico é muito mais importante para o Corinthians porque se perder diminuem muito as chances de classificação. O time começou a rodada a um ponto do Ituano e a cinco do Botafogo, o líder do Grupo B.
E há um complicador. O São Paulo já está nas quartas de final e depois enfrenta justamente os rivais do Corinthians. “O São Paulo pode ser o fiel da balança”, disse Mano Menezes.
O momento do Corinthians é bom, apesar de estar correndo risco de ficar fora das quartas de final. O time vem de quatro vitórias consecutivas, mas há um sério problema: Jadson não joga.
E Mano Menezes tenta encontrar um substituto sem mudar o esquema do time.
Já faz um bom tempo que o Corinthians não vence um clássico.
O último foi contra o São Paulo, na final da Recopa Sul-Americana, em julho (2 a 0).
Dali em diante, o time entrou em uma crise que culminou com a saída de Tite. São seis clássicos sem vitórias (4 em 2013 e 2 neste começo de ano). “Fizemos um clássico ruim (contra o Santos) e um bom (contra o Palmeiras)” afirmou Mano Menezes.
O São Paulo também vive um jejum. Mas os 12 jogos sem vitórias em clássico não parecem tirar o sono de Muricy Ramalho.
O treinador minimiza a marca negativa e a enxerga como um fator extra para o time tricolor entrar mais ligado em campo.
“Estou aqui há pouco tempo, então não tem essa de não ganhar clássicos a 12 clássicos. Esse negócio às vezes o jogador nem sabe, não muda nada. Na hora do vamos ver o cara pensa no jogo”, disse.
Foi justamente a partir de um clássico - contra o Santos, na 10.ª rodada - que o time encorpou e passou a subir de produção.
Usando aquela partida como modelo, os jogadores esperam enfim enterrar a marca negativa. “Agora temos totais condições de vencer”, afirmou o volante Souza.
Além do momento de recuperação de ambos no Campeonato Paulista, o duelo válido pela 13ª rodada dá ao clube tricolor a chance de afundar as chances de classificação do rival e, de quebra, encerrar o incômodo jejum de 12 clássicos sem vitórias:
o último foi em dezembro de 2012, justamente contra o rival deste domingo.
Ao menos desta vez, os ingredientes se resumem a dentro de campo. Desde a saída de Andrés Sanchez da presidência do Corinthians, os rivais se reaproximaram e voltaram a construir pontes de relacionamento tão cívicas que permitiram uma super troca entre o meia Jadson e o atacante Alexandre Pato, cenário inimaginável há alguns anos.
Nenhum deles, no entanto, estará em campo. Alexandre Pato não pode sequer jogar o Paulistão e só fará a sua estreia time no meio de semana, pela Copa do Brasil.
Jadson se transformou no principal jogador do Corinthians, mas fica de fora porque houve um acordo entre os clubes de que nenhum jogador enfrenta o ex-clube a menos que se pague uma multa. “Acordo existem para serem cumpridos”, disse o técnico Mano Menezes, em uma prova de que a relação entre os rivais, fora de campo, é ótima.
Com a bola rolando, porém, o São Paulo quer aproveitar a chance de nocautear o adversário e eliminá-lo ainda na fase de grupos. “Seria interessante porque é um adversário direto”, reconheceu o técnico Muricy Ramalho.
Mano Menezes não viu desrespeito na declaração do rival.
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O São Paulo também vive um jejum. Mas os 12 jogos sem vitórias em clássico não parecem tirar o sono de Muricy Ramalho.
O treinador minimiza a marca negativa e a enxerga como um fator extra para o time tricolor entrar mais ligado em campo.
“Estou aqui há pouco tempo, então não tem essa de não ganhar clássicos a 12 clássicos. Esse negócio às vezes o jogador nem sabe, não muda nada. Na hora do vamos ver o cara pensa no jogo”, disse.
Foi justamente a partir de um clássico - contra o Santos, na 10.ª rodada - que o time encorpou e passou a subir de produção.
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Postado por Willian - 14610 visitas - Fonte: Estadão Conteúdo
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