2/10/2017 07:39
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Análise: Carille mostra busca por opções a um Corinthians que sofre para criar
Técnico vê jogadores em ascensão no banco de reservas e muda forma de jogar em empate com o Cruzeiro. Gordura na tabela dá tranquilidade
O segundo turno do Corinthians: sete jogos, duas vitórias, dois empates e três derrotas. Quatro gols marcados, seis sofridos. Aproveitamento de 38% dos pontos, compatível com o de times na zona do rebaixamento.
Pela terceira vez em menos de dois meses, o técnico Fábio Carille terá pausa considerável para corrigir deficiências e recolocar o Timão no rumo que teve no primeiro turno – quase perfeito, com 47 pontos somados em 19 partidas.
Há, porém, uma diferença fundamental entre esta pausa e as anteriores: o comandante do Timão, agora, mostra-se mais propenso a mudanças de dois tipos. E ele deu sinais disso no empate por 1 a 1 com o Cruzeiro, neste domingo, em Belo Horizonte.
Técnica: Marquinhos Gabriel e Clayson pedem passagem, e a “gordura” dos titulares está acabando. Jadson, hoje, é quem corre mais risco de perder posição. A semana de treinos vai mostrar se o camisa 10 continua ou não na equipe;
Tática: Carille montou o Corinthians num 4-2-3-1 desde o início do ano, mas mudou para duas linhas de quatro, com Romero mais perto de Kazim, no segundo tempo contra o Cruzeiro. Essa formação não foi aleatória – treinada em mais de um dia na semana.
São dez dias até o jogo contra o Coritiba, dia 11, às 21h (de Brasília), em Itaquera. Tempo suficiente para o Corinthians descansar, treinar,
encontrar respostas e voltar a exibir o bom futebol do primeiro turno. Ao menos, a diferença para o vice-líder ainda é grande: oito pontos para o Santos (55 a 47).
Como retomar o rumo?
Os empates por 1 a 1 com São Paulo e Cruzeiro, nas últimas duas rodadas, mostraram padrões semelhantes – leia mais sobre o assunto aqui. O ponto central é o setor de criação. Jadson e Rodriguinho estão abaixo do que podem fazer. No banco, Marquinhos Gabriel e Clayson têm correspondido e foram importantes nas duas partidas citadas.
O primeiro tempo contra o Cruzeiro apresentou mais do mesmo: um time que troca passes, tem a bola nos pés, mas não consegue ser vertical. As chances são raras. No vídeo abaixo, por exemplo, o Corinthians fica com a posse por um minuto e não consegue chegar ao último terço do campo.
A receita utilizada por Mano Menezes é a mesma dos outros seis adversários que o Timão teve no segundo turno:
Bola no Corinthians: o Timão teve 60% de posse, mas apenas duas chances reais de gol. Em TODOS os jogos do returno, a equipe de Carille teve posse de bola maior ou igual a do adversário;
Marcação baixa: o Cruzeiro deixou a bola nos pés dos zagueiros e volantes do Timão. À frente, Jadson e Rodriguinho não mostraram a mobilidade necessária para buscar o jogo e iniciar os ataques com maior qualidade. Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana deram, juntos, 210 passes certos. Quase a metade dos 456 da equipe.
Saídas em velocidade: o Corinthians, quando tentou tabelas e triangulações, errou passes cruciais e não teve a recomposição necessária. O gol do Cruzeiro, marcado por Rafinha, foi fruto dessa falta de concentração na marcação. Guilherme Arana bobeou e deixou o meia rival livre para cabecear.
Aí entram as mudanças propostas por Carille. Mais uma vez atrás no placar (o Timão não conseguiu uma virada sequer no Brasileiro), o técnico investiu em velocidade e qualidade no drible. Marquinhos Gabriel e Clayson são mais incisivos e vivem momento técnico melhor.
O técnico, então, repetiu a formação testada no treino de terça-feira. Justamente como alternativa a jogos em que o Corinthians precisa atacar mais. Marquinhos aberto pela direita, Clayson pela esquerda, e Romero encostando em Kazim.
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Pelo segundo jogo consecutivo, a dupla de reservas deu a dinâmica que Jadson, por exemplo, não tem conseguido. Ambos vão até a linha de fundo, procuram aproximação, tabelas e deixam o jogo mais rápido. Num desses lances agudos, Clayson cruzou na área, Kazim cabeceou, e Murilo desviou com a mão. Pênalti cobrado pelo próprio Clayson, que vem treinando bem no fundamento.
É natural que Carille tenha certo "apego" aos 11 titulares considerados ideais. Esses 11 ganharam o título paulista, fizeram um primeiro turno impecável e deram grandes vitórias ao Corinthians. O técnico, porém, mostra uma virtude: não terá medo de mudar se necessário. E o cenário, hoje, indica que ele precisa ao menos dar uma oportunidade à dupla desde o início da partida.
Em tempo: com a suspensão de Romero, que não enfrenta o Coritiba, Clayson deve ser titular. São mais dez dias para ele decidir se dá nova chance a Jadson ou lança Marquinhos Gabriel.
Pela terceira vez em menos de dois meses, o técnico Fábio Carille terá pausa considerável para corrigir deficiências e recolocar o Timão no rumo que teve no primeiro turno – quase perfeito, com 47 pontos somados em 19 partidas.
Há, porém, uma diferença fundamental entre esta pausa e as anteriores: o comandante do Timão, agora, mostra-se mais propenso a mudanças de dois tipos. E ele deu sinais disso no empate por 1 a 1 com o Cruzeiro, neste domingo, em Belo Horizonte.
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O primeiro tempo contra o Cruzeiro apresentou mais do mesmo: um time que troca passes, tem a bola nos pés, mas não consegue ser vertical. As chances são raras. No vídeo abaixo, por exemplo, o Corinthians fica com a posse por um minuto e não consegue chegar ao último terço do campo.
A receita utilizada por Mano Menezes é a mesma dos outros seis adversários que o Timão teve no segundo turno:
Bola no Corinthians: o Timão teve 60% de posse, mas apenas duas chances reais de gol. Em TODOS os jogos do returno, a equipe de Carille teve posse de bola maior ou igual a do adversário;
Marcação baixa: o Cruzeiro deixou a bola nos pés dos zagueiros e volantes do Timão. À frente, Jadson e Rodriguinho não mostraram a mobilidade necessária para buscar o jogo e iniciar os ataques com maior qualidade. Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana deram, juntos, 210 passes certos. Quase a metade dos 456 da equipe.
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Postado por
Ana Alice Riberio
-
3612 visitas - Fonte: Globo Esporte
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A minoria é vc mllk q parece q nunca jogou bola inxistir com jogar tarimbado q ta mal é burrice karay porra
eu te avisei carille que a torcida ia pra cima de você só está acontecendo isso por causa da tua teimosia em nao querer mudar esse meio campo que está sem criatividade e tem Rodrigo fiqueredo Pedrinho e etc menos o geovane esse deixa ele fora por favor abre o olho carille tá pegando as coisas pro teu lado
Se ele mudar o time ideal sem uma conversa adequada e no momento certo ele perde o elenco e consequentemente o título tbém. Então calma Carille...
Carille já provou porque veio! Então tem tds os créditos p fazer oque bem entender. A minoria que o chama de burro talvez nunca tenha sido líder na vida, muito menos se manter como tal.
se tivesse colocado Claysom e Marquinhos Gabriel desde o início tiam ganhado o jogo. agora fica com Jadson e Rodriguinho é perda de tempo técnico burro
Burro!fica vacilando mexendo errado ao invés de dar oportunidade a base!