20/6/2016 08:04
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'Sério, honesto e gente boa', Cristóvão tem aval e reencontros no Timão
Treinador que será apresentado nesta segunda-feira já trabalhou com Fagner, Marlone e Marquinhos Gabriel em diferentes clubes. Diretoria mostra confiança após capitão elogiar
Novo técnico do Corinthians estava desempregado há três meses, desde que deixou o Atlético-PR (Foto: Divulgação)
Um elogio feito pelo lateral-direito Fagner, jogador que mais vezes foi capitão do Corinthians em 2016, foi um dos fatores determinantes para o clube decidir efetivar a contratação do técnico Cristóvão Borges para o lugar de Tite. Além de conhecer qual seria a reação do grupo atual ao nome do possível novo treinador, o Timão mostrava interesse em saber mais do modo como o comandante conduz o trabalho por meio da visão de um jogador que já foi comandado por ele no passado. Consenso entre a diretoria e elogiado por Fagner, Cristóvão assinou contrato com o Corinthians no fim da tarde de domingo e será apresentado pelo clube na manhã desta segunda-feira.
Fagner foi dirigido por Cristóvão Borges entre 2011 e 2012, quando o treinador passou pelo Vasco para substituir Ricardo Gomes, que sofreu um AVC em agosto de 2011, foi internado em estado grave e viu o ex-auxiliar assumir o comando com um vice-campeonato do Brasileirão. Cristóvão foi efetivado em 2012 e seguiu o trabalho até setembro daquele ano, quando foi dispensado. Fagner já havia saído em julho, após praticamente um ano sendo comandado pelo treinador, que depois seguiu a carreira em Bahia, Fluminense, Flamengo e Atlético-PR.
Em dois desses clubes, Cristóvão comandou jogadores que agora reencontra no Corinthians: Marquinhos Gabriel, no Bahia, e Marlone, em dois clubes. O primeiro já estava no Bahia, emprestado pelo Internacional, quando o treinador chegou, e só depois dessa chegada é que teve chances como titular e se destacou. Já o segundo atuou com o técnico no Vasco e depois no Fluminense - um dos fatores alegados por Marlone para jogar no Flu foi justamente a boa relação com o experiente treinador. "É um técnico de alto nível, inteligente, tranquilo e sabe motivar o grupo", chegou a dizer Marlone quando foi contratado pelo Fluminense, em 2014.
- Ele é um cara excepcional, tenho certeza que vem para ajudar, agregar bastante. Já trabalhei com ele, sei que é um cara muito calmo e tranquilo, e vamos ajudá-lo, porque o quanto antes ele estiver integrado melhor - diz Fagner.
Os elogios de jogadores não são o único aval de Cristóvão Borges no desafio de substituir Tite no comando do Corinthians. Por ter sido um nome de consenso na lista de possibilidades levantada pela diretoria, o treinador chega com crédito. Segundo o presidente Roberto de Andrade, a estrutura do clube e principalmente a pouca rotatividade do trabalho dos treinadores são razões para esta confiança.
- Trouxemos um cara competente, sério, honesto, muito gente boa e que sabe lidar com os atletas. É o que a gente procurava, ele se encaixa na nossa estrutura. Mas independente do profissional que esteja à frente do time, a estrutura funciona. O professor Tite saiu, a equipe manteve o padrão com o professor Carille e agora é manter com o Cristóvão - argumenta o presidente.
Cristóvão assinou com o Corinthians até o fim de 2017, e o contrato termina pouco antes do fim da gestão de Roberto de Andrade.
Um elogio feito pelo lateral-direito Fagner, jogador que mais vezes foi capitão do Corinthians em 2016, foi um dos fatores determinantes para o clube decidir efetivar a contratação do técnico Cristóvão Borges para o lugar de Tite. Além de conhecer qual seria a reação do grupo atual ao nome do possível novo treinador, o Timão mostrava interesse em saber mais do modo como o comandante conduz o trabalho por meio da visão de um jogador que já foi comandado por ele no passado. Consenso entre a diretoria e elogiado por Fagner, Cristóvão assinou contrato com o Corinthians no fim da tarde de domingo e será apresentado pelo clube na manhã desta segunda-feira.
Fagner foi dirigido por Cristóvão Borges entre 2011 e 2012, quando o treinador passou pelo Vasco para substituir Ricardo Gomes, que sofreu um AVC em agosto de 2011, foi internado em estado grave e viu o ex-auxiliar assumir o comando com um vice-campeonato do Brasileirão. Cristóvão foi efetivado em 2012 e seguiu o trabalho até setembro daquele ano, quando foi dispensado. Fagner já havia saído em julho, após praticamente um ano sendo comandado pelo treinador, que depois seguiu a carreira em Bahia, Fluminense, Flamengo e Atlético-PR.
Em dois desses clubes, Cristóvão comandou jogadores que agora reencontra no Corinthians: Marquinhos Gabriel, no Bahia, e Marlone, em dois clubes. O primeiro já estava no Bahia, emprestado pelo Internacional, quando o treinador chegou, e só depois dessa chegada é que teve chances como titular e se destacou. Já o segundo atuou com o técnico no Vasco e depois no Fluminense - um dos fatores alegados por Marlone para jogar no Flu foi justamente a boa relação com o experiente treinador. "É um técnico de alto nível, inteligente, tranquilo e sabe motivar o grupo", chegou a dizer Marlone quando foi contratado pelo Fluminense, em 2014.
- Ele é um cara excepcional, tenho certeza que vem para ajudar, agregar bastante. Já trabalhei com ele, sei que é um cara muito calmo e tranquilo, e vamos ajudá-lo, porque o quanto antes ele estiver integrado melhor - diz Fagner.
Os elogios de jogadores não são o único aval de Cristóvão Borges no desafio de substituir Tite no comando do Corinthians. Por ter sido um nome de consenso na lista de possibilidades levantada pela diretoria, o treinador chega com crédito. Segundo o presidente Roberto de Andrade, a estrutura do clube e principalmente a pouca rotatividade do trabalho dos treinadores são razões para esta confiança.
- Trouxemos um cara competente, sério, honesto, muito gente boa e que sabe lidar com os atletas. É o que a gente procurava, ele se encaixa na nossa estrutura. Mas independente do profissional que esteja à frente do time, a estrutura funciona. O professor Tite saiu, a equipe manteve o padrão com o professor Carille e agora é manter com o Cristóvão - argumenta o presidente.
Cristóvão assinou com o Corinthians até o fim de 2017, e o contrato termina pouco antes do fim da gestão de Roberto de Andrade.
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Postado por
Arlene S L
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4905 visitas - Fonte: LANCE!Net
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veremos se dá alguma coisa. boto fé não. entretanto torço pra dá certo.
Não se discute a pessoa Cristóvão, pode ser a melhor pessoa do mundo, só não entende nada de futebol, e veio apenas para, a torcida ter um alvo, para o tico e teco patati patatá presidente diretor começar ou continuar a fazer suas grandes merdas, se ele realmente é tão gente boa assim, como estão dizendo, tenho muita pena do que os incompetentes da di irão fazer a ele, lamentável.
prefiro aguardar....