5/6/2016 09:42
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Virada do Corinthians premia Tite por paciência em crises e "fico" de André
A mão de Tite e toda sua comissão técnica esteve bem presente para a virada construída a partir dos 43min do segundo tempo contra o Coritiba. Na noite de sábado, também a partir de decisões importantes de treinador e com gols de André e Uendel, o Corinthians venceu por 2 a 1 em Itaquera.
Na saída da Arena Corinthians, o centroavante deixou claro que uma conversa com Tite teve papel fundamental para que recusasse uma oferta do Sport no meio da semana. André é o jogador mais criticado ao longo da temporada e perdeu lugar entre os titulares, mas ouviu o chefe.
"Acho que foi uma conversa com o Tite e a diretoria, onde falei o que eu pensava e eles falaram", explicou André sobre a permanência. "Eles disseram que queriam contar comigo e estavam felizes comigo. Mesmo tendo o carinho que tenho pelo Sport, nao tinha motivo para sair daqui nesse momento. Agora é botar a cabeça no lugar e continuar trabalhando", complementou o centroavante, que definiu como "um dia especial".
Durante a partida, foi principalmente na hora das decisões importantes que a comissão técnica teve um dia feliz. Primeiro, ao liberar Tite para escalar jogadores que se esperava pudessem ser poupados, como Uendel, Bruno Henrique e Guilherme. No fim das contas, o treinador foi liberado para mandar a campo boa parte de sua formação ideal, apenas sem Giovanni Augusto.
O Coritiba, mesmo contra um rival próximo da força máxima, dificultou bastante em Itaquera. Travou a equipe do Corinthians no primeiro tempo, fez 1 a 0 com Negueba e obrigou o adversário a se desdobrar. Foi aí que Tite lançou os corintianos com tudo à frente: quando encontrou a virada, o time da casa jogava com apenas um zagueiro e um volante, além de quatro meias e dois atacantes.
Na entrevista coletiva, Tite deu a entender que a formação foi inspirada em conversa com o treinador e amigo Gilmar Dal Pozzo, que recentemente deixou o Náutico. "Quero agradecer a um profissional com quem troco muitas ideias táticas. Não queria perder poder de fogo, porque somos o melhor ataque do Brasil por percentual de gols feitos, 1,9 por jogo. Mas a bola estava passando e não tinha homem de conclusão. Tentei com Danilo... Mas lembrei do Gilmar, e enfiei dois atacantes. Deixei um volante para sair jogando e dois homens enfiados na frente", explicou o treinador corintiano.
Assim, na base da pressão, os gols surgiram com André e Uendel para indicar que o Corinthians poderá brigar pelo bicampeonato apesar de uma temporada marcada por momentos delicados. Em janeiro, a saída de seis titulares da equipe campeã de 2015. Em abril, eliminação do Paulistão e, no mês seguinte, queda na Copa Libertadores e cinco jogos sem vencer. Em todos esses momentos, a paciência de Tite foi uma marca importante.
Conhecedor do clube que comanda há mais de 370 jogos, o treinador teve momentos de profundo abatimento, como quando perdeu a espinha dorsal de sua equipe, outros em que foi questionado, sobretudo no mês passado, mas contornou as dificuldades.
No meio desse processo, a comissão decidiu por alterar a forma de jogar do Corinthians e reencontrou um rumo. Com quatro vitórias consecutivas, o atual campeão pode assumir a ponta do Brasileirão, de vez, neste domingo. O treinador pode não ser o maior responsável, mas teve participações importantes.
Na saída da Arena Corinthians, o centroavante deixou claro que uma conversa com Tite teve papel fundamental para que recusasse uma oferta do Sport no meio da semana. André é o jogador mais criticado ao longo da temporada e perdeu lugar entre os titulares, mas ouviu o chefe.
"Acho que foi uma conversa com o Tite e a diretoria, onde falei o que eu pensava e eles falaram", explicou André sobre a permanência. "Eles disseram que queriam contar comigo e estavam felizes comigo. Mesmo tendo o carinho que tenho pelo Sport, nao tinha motivo para sair daqui nesse momento. Agora é botar a cabeça no lugar e continuar trabalhando", complementou o centroavante, que definiu como "um dia especial".
Durante a partida, foi principalmente na hora das decisões importantes que a comissão técnica teve um dia feliz. Primeiro, ao liberar Tite para escalar jogadores que se esperava pudessem ser poupados, como Uendel, Bruno Henrique e Guilherme. No fim das contas, o treinador foi liberado para mandar a campo boa parte de sua formação ideal, apenas sem Giovanni Augusto.
O Coritiba, mesmo contra um rival próximo da força máxima, dificultou bastante em Itaquera. Travou a equipe do Corinthians no primeiro tempo, fez 1 a 0 com Negueba e obrigou o adversário a se desdobrar. Foi aí que Tite lançou os corintianos com tudo à frente: quando encontrou a virada, o time da casa jogava com apenas um zagueiro e um volante, além de quatro meias e dois atacantes.
Na entrevista coletiva, Tite deu a entender que a formação foi inspirada em conversa com o treinador e amigo Gilmar Dal Pozzo, que recentemente deixou o Náutico. "Quero agradecer a um profissional com quem troco muitas ideias táticas. Não queria perder poder de fogo, porque somos o melhor ataque do Brasil por percentual de gols feitos, 1,9 por jogo. Mas a bola estava passando e não tinha homem de conclusão. Tentei com Danilo... Mas lembrei do Gilmar, e enfiei dois atacantes. Deixei um volante para sair jogando e dois homens enfiados na frente", explicou o treinador corintiano.
Assim, na base da pressão, os gols surgiram com André e Uendel para indicar que o Corinthians poderá brigar pelo bicampeonato apesar de uma temporada marcada por momentos delicados. Em janeiro, a saída de seis titulares da equipe campeã de 2015. Em abril, eliminação do Paulistão e, no mês seguinte, queda na Copa Libertadores e cinco jogos sem vencer. Em todos esses momentos, a paciência de Tite foi uma marca importante.
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Postado por
Arlene S L
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6663 visitas - Fonte: UOL
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