14/4/2016 07:55
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Corinthians traça plano por uniforme mais valioso do país; veja números
Gerente de marketing fala em R$ 70 milhões anuais, superando o Palmeiras. Acordo com a Caixa, valorização da manga e até meiões ajudam a tornar cenário possível
O acordo com a Caixa Econômica Federal é crucial para o plano estratégico traçado pelo marketing do Corinthians em 2016. Depois de anunciar o contrato de patrocínio de R$ 30 milhões para o banco estampar sua marca na parte da frente da camisa, o clube quer superar os R$ 70 milhões anuais com todas as propriedades em negociação e ter o uniforme mais valioso do país.

A distinção pertence atualmente ao rival Palmeiras, que arrecada R$ 66 milhões anuais: R$ 58 milhões com a camisa e outros R$ 8 milhões com propriedades no calção e no meião. O Timão já deu os primeiros passos para tentar ultrapassar o rival.
– Cada clube tem seu valor. Nos dedicamos a entender a posição do Corinthians no cenário do patrocínio. O que o patrocinador busca é quem pode dar o maior retorno. Ter um volume de torcida como o Corinthians tem é fundamental, mas entender quanto o corintiano consome é importante também. A meta é ter o uniforme mais valioso do Brasil – explicou Gustavo Herbetta, gerente de marketing do clube.
Com a Caixa, o Corinthians soma R$ 44 milhões em patrocínios já garantidos. O clube também tem parcerias com a WinnerPlay (cerca de R$ 7 milhões anuais pela omoplata), a Tim (R$ 4 milhões pelo número da camisa) e a Special Dog (R$ 3 milhões pelo calção). Com as propriedades ainda vagas no uniforme, a estimativa de arrecadação é de pelo menos mais R$ 30 milhões.
No início do ano, a meta total era mais baixa: R$ 60 milhões. O novo acordo com a Caixa, porém, não contempla mais os espaços das costas – parte superior e barra inferior. Os dois espaços agora livres, somados, podem render R$ 18 milhões extras aos cofres do clube. Há conversas avançadas por um acordo.
Outra propriedade valorizada é a manga, que até o ano passado era negociada por R$ 6 milhões. Depois de estudos realizados pelo marketing corintiano, o valor para 2016 dobrou. Nenhuma conversa pelo patrocínio no local começa por menos de R$ 12 milhões. Há negociação em andamento também para este espaço da camisa.
Uma outra propriedade, incomum em clubes brasileiros, pode aumentar a conta corintiana. O clube tem desde o ano passado um acordo com uma empresa especializada em prospectar patrocínios para os meiões. Ano passado, clubes espanhóis começaram a explorar o espaço.
O Corinthians mira até R$ 1,5 milhão no espaço, mas entende que será difícil fechar algum contrato a curto prazo por causa da resistência dos anunciantes em relação à exposição menor da marca nos meiões.
O número total poderia ser ainda maior se a Klar, empresa especializada em produtos de limpeza, tivesse cumprido promessas realizadas no fim do ano passado.
Anunciada como futura parceira do Corinthians, a empresa estampou sua marca nas mangas no jogo contra o Avaí, em dezembro. Também teve ações pontuais no Torneio da Flórida. Depois de representantes da Klar cogitarem até a negociação dos naming rights da Arena Corinthians, a empresa sumiu do mapa. Hoje não há mais vínculo entre as partes.
– Recebemos pelo patrocínio em janeiro, na pré-temporada. A Klar não se concretizou porque eles queriam uma propriedade e tínhamos a possibilidade de cobrir o patrocínio. A da Klar era maior, mas o patrocinador atual cobriu e fechamos com eles. No jogo do ano passado contra o Avaí, era uma contrapartida. Não foi uma visibilidade gratuita. Tínhamos um pré-acordo – afirmou Gustavo Herbetta.

A distinção pertence atualmente ao rival Palmeiras, que arrecada R$ 66 milhões anuais: R$ 58 milhões com a camisa e outros R$ 8 milhões com propriedades no calção e no meião. O Timão já deu os primeiros passos para tentar ultrapassar o rival.
– Cada clube tem seu valor. Nos dedicamos a entender a posição do Corinthians no cenário do patrocínio. O que o patrocinador busca é quem pode dar o maior retorno. Ter um volume de torcida como o Corinthians tem é fundamental, mas entender quanto o corintiano consome é importante também. A meta é ter o uniforme mais valioso do Brasil – explicou Gustavo Herbetta, gerente de marketing do clube.
Com a Caixa, o Corinthians soma R$ 44 milhões em patrocínios já garantidos. O clube também tem parcerias com a WinnerPlay (cerca de R$ 7 milhões anuais pela omoplata), a Tim (R$ 4 milhões pelo número da camisa) e a Special Dog (R$ 3 milhões pelo calção). Com as propriedades ainda vagas no uniforme, a estimativa de arrecadação é de pelo menos mais R$ 30 milhões.
No início do ano, a meta total era mais baixa: R$ 60 milhões. O novo acordo com a Caixa, porém, não contempla mais os espaços das costas – parte superior e barra inferior. Os dois espaços agora livres, somados, podem render R$ 18 milhões extras aos cofres do clube. Há conversas avançadas por um acordo.
Outra propriedade valorizada é a manga, que até o ano passado era negociada por R$ 6 milhões. Depois de estudos realizados pelo marketing corintiano, o valor para 2016 dobrou. Nenhuma conversa pelo patrocínio no local começa por menos de R$ 12 milhões. Há negociação em andamento também para este espaço da camisa.
Uma outra propriedade, incomum em clubes brasileiros, pode aumentar a conta corintiana. O clube tem desde o ano passado um acordo com uma empresa especializada em prospectar patrocínios para os meiões. Ano passado, clubes espanhóis começaram a explorar o espaço.
O Corinthians mira até R$ 1,5 milhão no espaço, mas entende que será difícil fechar algum contrato a curto prazo por causa da resistência dos anunciantes em relação à exposição menor da marca nos meiões.
O número total poderia ser ainda maior se a Klar, empresa especializada em produtos de limpeza, tivesse cumprido promessas realizadas no fim do ano passado.
Anunciada como futura parceira do Corinthians, a empresa estampou sua marca nas mangas no jogo contra o Avaí, em dezembro. Também teve ações pontuais no Torneio da Flórida. Depois de representantes da Klar cogitarem até a negociação dos naming rights da Arena Corinthians, a empresa sumiu do mapa. Hoje não há mais vínculo entre as partes.
– Recebemos pelo patrocínio em janeiro, na pré-temporada. A Klar não se concretizou porque eles queriam uma propriedade e tínhamos a possibilidade de cobrir o patrocínio. A da Klar era maior, mas o patrocinador atual cobriu e fechamos com eles. No jogo do ano passado contra o Avaí, era uma contrapartida. Não foi uma visibilidade gratuita. Tínhamos um pré-acordo – afirmou Gustavo Herbetta.
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Postado por Marcos - 14973 visitas - Fonte: Globoesporte.com
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