10/1/2016 13:10
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Cláusula de saída: a exigência de parceiros que desmanchou o Corinthians
O desmanche enfrentado pelo Corinthians neste início de 2016 começou a ser facilitado no momento da chegada dos jogadores que acabaram de deixar o clube. Com pouco dinheiro para trazer reforços, a diretoria alvinegra, em muitos casos, se curvou diante de exigências de empresários e times vendedores.
A principal delas é o que agentes chamam de cláusula de saída. Funcionou assim: o clube parceiro nos direitos econômicos, o empresário ou o jogador, obrigaram o Corinthians a se comprometer a vender o atleta por uma determinada quantia, caso aparecesse uma oferta oficial.
Assim, os corintianos tiveram que estipular a multa rescisória no valor da cláusula de saída exigida pelos parceiros. A lei permite que em transferências para o exterior, o time estipule a multa no valor que quiser. As equipes, então, jogam essa quantia na lua, a fim de se proteger. Mas, não foi o que o Corinthians fez por causa dos compromissos que assumiu na hora de contratar. Era aceitar a regra do jogo ou não trazer jogadores como Renato Augusto e Jadson, já que o clube não tinha dinheiro para pagar mais pelos reforços.
Um caso emblemático é o de Renato. O Bayer Leverkusen queria vender 100% dos direitos econômicos do meia. O alvinegro paulista disse que só poderia adquirir 50%. Os alemães, então, exigiram a cláusula de saída no valor de 8 milhões de euros. A quantia pode ser considerada baixa para o melhor jogador do Brasileirão de 2015 e foi paga sem que o Beijing Guoan derramasse uma gota de suor. Um valor mais alto poderia inviabilizar a venda e fazer a porcentagem dos alemães virar pó ao final do contrato do meia.
Situação semelhante aconteceu com Jadson, envolvido na troca com Pato, só emprestado ao São Paulo. Os agentes do jogador, alegando que o Corinthians não precisou colocar a mão no bolso para fazer a contratação, além de participação nos direitos econômicos do meia, exigiram uma multa rescisória de 5 milhões de euros, valor irrisório para um atleta do nível dele. Negócio da China para o Tianjin Quanjian.
Outro exemplo é o de Vagner Love, que topou vestir a camisa corintiana, mas que já tinha como meta voltar brevemente para Europa. Por isso, exigiu uma cláusula de saída de apenas 1 milhão de euros.
A direção corintiana alega que se não tivesse aceitado as exigências dos parceiros não teria contratado jogadores fundamentais para a conquista do hexacampeonato brasileiro.
A principal delas é o que agentes chamam de cláusula de saída. Funcionou assim: o clube parceiro nos direitos econômicos, o empresário ou o jogador, obrigaram o Corinthians a se comprometer a vender o atleta por uma determinada quantia, caso aparecesse uma oferta oficial.
Assim, os corintianos tiveram que estipular a multa rescisória no valor da cláusula de saída exigida pelos parceiros. A lei permite que em transferências para o exterior, o time estipule a multa no valor que quiser. As equipes, então, jogam essa quantia na lua, a fim de se proteger. Mas, não foi o que o Corinthians fez por causa dos compromissos que assumiu na hora de contratar. Era aceitar a regra do jogo ou não trazer jogadores como Renato Augusto e Jadson, já que o clube não tinha dinheiro para pagar mais pelos reforços.
Um caso emblemático é o de Renato. O Bayer Leverkusen queria vender 100% dos direitos econômicos do meia. O alvinegro paulista disse que só poderia adquirir 50%. Os alemães, então, exigiram a cláusula de saída no valor de 8 milhões de euros. A quantia pode ser considerada baixa para o melhor jogador do Brasileirão de 2015 e foi paga sem que o Beijing Guoan derramasse uma gota de suor. Um valor mais alto poderia inviabilizar a venda e fazer a porcentagem dos alemães virar pó ao final do contrato do meia.
Situação semelhante aconteceu com Jadson, envolvido na troca com Pato, só emprestado ao São Paulo. Os agentes do jogador, alegando que o Corinthians não precisou colocar a mão no bolso para fazer a contratação, além de participação nos direitos econômicos do meia, exigiram uma multa rescisória de 5 milhões de euros, valor irrisório para um atleta do nível dele. Negócio da China para o Tianjin Quanjian.
Outro exemplo é o de Vagner Love, que topou vestir a camisa corintiana, mas que já tinha como meta voltar brevemente para Europa. Por isso, exigiu uma cláusula de saída de apenas 1 milhão de euros.
A direção corintiana alega que se não tivesse aceitado as exigências dos parceiros não teria contratado jogadores fundamentais para a conquista do hexacampeonato brasileiro.
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Postado por
Arlene S L
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11625 visitas - Fonte: Blog do Perrone
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