7/11/2015 09:18
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Presidente do Timão não se arrepende de saída de Guerrero e admite "alívio"
Roberto de Andrade diz que não lamentaria mesmo que peruano tivesse marcado 100 gols e lembra que decisão de não renovar considerou as finanças do clube
Paolo Guerrero chegou ao Timão em 2012 e deixou o clube em maio deste ano (Foto: Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians)
Idolatrado pela torcida do Corinthians, Paolo Guerrero não entrou em acordo quando tentou negociar a permanência no clube, em maio deste ano, e deixou o Timão para defender o Flamengo, o que gerou insatisfação de boa parte da torcida. Apesar do desfecho, o presidente Roberto de Andrade garante que não se arrependeu de ter recusado a proposta de renovação feita pelo jogador na ocasião. Embora admita estar mais aliviado por ver o time bem sem o atacante, o dirigente garante que o pensamento seria o mesmo em qualquer circunstância, até mesmo se o peruano tivesse marcado 100 gols - ele fez apenas três pelo Flamengo no Brasileiro, enquanto Vagner Love acumula 12 .
- Falo com toda a sinceridade: se ele estivesse em qualquer clube e tivesse feito 100 gols e o Corinthians não estivesse na posição que estava, não estaria arrependido do que fiz porque fiz o certo para o clube. Não estou lá para agir como torcedor. Não dá. Tem momentos que o coração fala, mas a gente tem obrigação de fazer o certo. Meu compromisso é com o clube num todo, não é por uma temporada ou com um atleta. O Guerrero é mais um funcionário do clube, nós temos 1 mil funcionários, temos que pensar em tudo isso. O fato de o Corinthians chegar onde chegou sem o Guerrero é um alívio maior, não tenha dúvida - afirmou.
Segundo ele, o peruano foi para o Flamengo com o mesmo contrato que havia sido proposto ao Corinthians (R$ 650 mil mensais, mais luvas de R$ 16 milhões) e acabou não aceito pelo Timão. A postura de torcedores que vaiaram o jogador no reencontro de Guerrero não surpreendeu o presidente, que considerou a manifestação natural e lembrou da declaração anterior do atacante, que havia descartado defender outro clube brasileiro. Ainda assim, o presidente preferiu analisar a "troca" pelo lado profissional e elogiou o atacante.
- O Corinthians não quis fazer o contrato que ele estava pedindo porque não tinha condições de fazer, então, não é justo que ele fique sem trabalhar. Então, ele foi trabalhar e faz parte vaiar quando um grande jogador vai para outro clube. Mas sempre falo isso: enquanto foi atleta do Corinthians, ele sempre foi muito exemplar, muito profissional, nunca deu um problema e foi um grande jogador fazendo os dois gols importantes para conquistarmos o Mundial - destacou.
Apesar da opção de não ficar com Guerrero para não comprometer as finanças, Roberto Andrade não descarta reforços de peso em outro momento, citando como exemplo a contratação de Alexandre Pato, mesmo que a vinda do jogador - emprestado ao São Paulo - tenha sido definida como um erro financeiro.
- O fato de ter trazido o Pato e não ter dado certo não vai nos acovardar de comprar jogador e trazer grandes jogadores. O Corinthians é um grande clube, não pode se acovardar nunca. Claro que hoje, como fizemos na época que trouxemos o Pato, fizemos porque tínhamos condições para tal, tanto é que fizemos a compra num pagamento à vista de 15 milhões de euros, R$ 60 milhões se fôssemos falar pelo câmbio de hoje. O Corinthians sempre vai estar aberto para trazer grandes jogadores, independente dos valores. Logicamente, dependendo da situação financeira que a gente tiver - completou.
O Timão pode confirmar o título neste fim de semana, se vencer o Coritiba sábado, às 19h30, na Arena, e o Galo não derrotar o Figueirense, domingo, às 17h, em Florianópolis.
Idolatrado pela torcida do Corinthians, Paolo Guerrero não entrou em acordo quando tentou negociar a permanência no clube, em maio deste ano, e deixou o Timão para defender o Flamengo, o que gerou insatisfação de boa parte da torcida. Apesar do desfecho, o presidente Roberto de Andrade garante que não se arrependeu de ter recusado a proposta de renovação feita pelo jogador na ocasião. Embora admita estar mais aliviado por ver o time bem sem o atacante, o dirigente garante que o pensamento seria o mesmo em qualquer circunstância, até mesmo se o peruano tivesse marcado 100 gols - ele fez apenas três pelo Flamengo no Brasileiro, enquanto Vagner Love acumula 12 .
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Segundo ele, o peruano foi para o Flamengo com o mesmo contrato que havia sido proposto ao Corinthians (R$ 650 mil mensais, mais luvas de R$ 16 milhões) e acabou não aceito pelo Timão. A postura de torcedores que vaiaram o jogador no reencontro de Guerrero não surpreendeu o presidente, que considerou a manifestação natural e lembrou da declaração anterior do atacante, que havia descartado defender outro clube brasileiro. Ainda assim, o presidente preferiu analisar a "troca" pelo lado profissional e elogiou o atacante.
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Postado por fyamma fernandes nogueira - 8667 visitas - Fonte: SPORTV
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