8/6/2026 20:17
Bomba no Parque São Jorge! Vice-presidente Armando Mendonça pede afastamento do cargo.
Armando Mendonça pediu afastamento da vice-presidência do Corinthians por 30 dias após ser denunciado pelo MP no caso Nike, abrindo racha ríspido nos bastidores.
O caldeirão político no Parque São Jorge explodiu de vez e mudou o rito da atual gestão. Na noite desta segunda-feira, o advogado Armando Mendonça se afastou oficialmente do cargo de segundo vice-presidente do Corinthians. O dirigente protocolou um ríspido pedido de licença de 30 dias após ver seu nome envolvido no olho do furacão de uma investigação criminal, colocando a estabilidade institucional do clube diretamente em jogo às vésperas da retomada do calendário nacional.
Nos bastidores da Arena e do clube social, a fumaça já vinha de dias anteriores, quando conselheiros da oposição exigiram o afastamento cautelar do cartola. O estopim para a saída ocorreu após o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciar Mendonça por apropriação indébita qualificada, furto mediante abuso de confiança e coação no curso do processo, em um ríspido inquérito que apura o suposto desvio de 131 materiais esportivos da Nike. O Corinthians confirma que, durante o período de isolamento do vice, o presidente Osmar Stabile vai centralizar todas as decisões, tendo o chefe do Conselho, Leonardo Pantaleão, como o substituto imediato caso ocorra novo contratempo.
Em um manifesto contundente enviado à imprensa, Armando Mendonça contesta ferozmente as acusações da Promotoria e dispara contra o atual mandatário. O advogado admite o desgaste familiar, mas nega ter sumido com os uniformes e afirma que 62 itens sequer deixaram o almoxarifado do Parque São Jorge. Ele revela que Stabile barrou auditorias independentes no clube e, por isso, financiou do próprio bolso uma perícia particular que considerou os relatórios internos da atual diretoria "amadores e tecnicamente imprestáveis". O dirigente afirma que está enfrentando um ríspido "linchamento moral" por ter quebrado o silêncio no passado e liderado o abafa contra o ex-presidente Augusto Melo no escândalo da Vai de Bet.
O agora vice licenciado desafia o atual esquema de poder e garante que provará sua inocência na Justiça. Ele argumenta que seu cargo estatutário não dava controle operacional sobre o estoque e que o vazamento de conversas gravadas clandestinamente em setembro de 2025 é pura manobra de arapongas para enfraquecer a oposição política. O Corinthians reage institucionalmente para manter o foco na intertemporada e na troca do gramado, enquanto Stabile cobra blindagem do elenco de Fernando Diniz para evitar que o ríspido impasse da diretoria contamine o futebol no segundo semestre de 2026.
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