A Polícia Civil de São Paulo fez avanços e instaurou na última sexta-feira o inquérito sobre a suspeita de participação de um "laranja" no repasse de parte da comissão pela intermediação do contrato de patrocínio máster entre Corinthians e VaideBet. No dia em que a parceria entre casa de apostas e clube foi rompida, o delegado Tiago Fernando Correia formalizou o pedido de investigação.
O centro da apuração está em supostos repasses de R$ 500 mil e R$ 400 mil da Rede Social Media Design, empresa que recebeu R$ 1,4 milhão por intermediar o contrato entre clube e casa de apostas, para a Neoway Soluções Integradas, analisada como possível "laranja" no caso. O caso está sob cuidados do Departamento de Polícia de Proteção a Cidadania (DPPC) e da terceira delegacia, responsável por casos de lavagem de dinheiro.
A informação sobre a abertura do inquérito policial foi publicada pelo “UOL” e confirmada pelo ge com fontes na própria Polícia Civil. Segundo apuração, a primeira pessoa envolvida no caso a ser ouvida deve ser Edna Oliveira dos Santos, mulher que teve o nome usado para a abertura da suposta empresa “laranja”, a Neoway. Os investigadores ainda concluíram que a Neoway é uma empresa de fachada. Autoridades estiveram no endereço registrado no Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo) e não encontraram qualquer indício da companhia. – Tem-se ali, na verdade, um “coworking”, intitulado “Company Hero”.
Em contato com funcionários do espaço e da própria administração do prédio, foi relatado que a empresa “NeoWay” nunca esteve ali estabelecida – diz o documento ao qual o ge teve acesso. Os policiais ainda foram ao endereço registrado como se fosse de Edna, mas não encontraram qualquer cadastro de residente ou visitante no nome da possível “laranja” do caso de intermediação do contrato entre Timão e a casa de apostas. Segunda empresa No documento descobriu-se uma segunda empresa no nome de Edna. Nas pesquisas ocorridas no banco de dados da Polícia, a suposta “laranja” fez um Boletim de Ocorrência em Peruíbe ao ser procurada por uma mulher chamada Adriana por uma transferência de R$ 1 milhão à empresa Edna Oliveira Santos – ME. Edna, às autoridades, alegou desconhecimento sobre o depósito e a empresa aberta.
Ela foi contactada no último dia 4 pela delegacia e disse que se manifestaria somente com aval do advogado, que ainda não entrou em contato ainda com a delegacia responsável pelo caso. Na sequência da investigação, as autoridades planejam ouvir Alex Cassundé, sócio da Rede Social Media Design, empresa responsável por fazer a intermediação do contrato rompido de R$ 370 milhões (R$ 360 mi mais luvas) entre a VaideBet e o Corinthians.
Centro da investigação A Polícia está em cima da denúncia feita pelo "Blog do Juca Kfouri" de que a Rede Social Media Design supostamente repassou parte do valor recebido em comissão à Neoway. A empresa estaria no nome de Edna Oliveira dos Santos, que nem sequer saberia da existência da mesma. Ela é moradora de uma área periférica de Peruíbe. O clube, em nota enviada no último dia 5, afirma que irá cumprir todos os pedidos das autoridades. – O Sport Club Corinthians Paulista confirma que recebeu notificação da Polícia Civil e irá colaborar com as investigações. O clube é o maior interessado em esclarecer os fatos – diz o comunicado
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