Sabe aquele cara que tem uma dívida bem maior do que a sua no banco, mas desfila com um carro muito mais caro do que o seu e gasta o que você nem sonha em gastar por mês? Na semifinal da Copa do Brasil, contra o Fluminense, o Corinthians é esse cara. O alvinegro faz o papel de time rico do rolê, apesar de dever mais do que o rival.
Isso porque a equipe paulista tenta a vaga na final, nesta quinta (15), em Itaquera, contra um adversário que tem receita menor e gasta menos mensalmente com folha de pagamento no futebol.
Após empate em dois gols no Maracanã, quem vencer a segunda partida decide o título com o Flamengo. Nova igualdade leva a disputa da vaga para os pênaltis.
O Fluminense busca a classificação gastando cerca de R$ 6 milhões por mês com sua folha de pagamento.
Em fevereiro, antes do anúncio da contratação de Vítor Pereira, Duilio Monteiro Alves, presidente do Corinthians, disse ao SporTV que o gasto mensal de seu clube com a folha de pagamento do departamento de futebol era de R$ 15 milhões na ocasião.
A coluna não obteve resposta da diretoria sobre o valor atualizado da da folha. Mas ela aumentou desde então. Em termos de receita bruta, o Alvinegro arrecadou R$ 168.917.000 a mais em 2021 do que seu rival na semifinal, de acordo com os balanços dos clubes.
A receita bruta corintiana no ano passado foi de R$ 502.550.000. A do Fluminense ficou em R$ 333.633.000.
Porém, o Corinthians terminou 2021 devendo R$ 264 milhões a mais do que o Fluminense.
De acordo com levantamento feito pela Ernest & Young sobre as dívidas dos clubes brasileiros com base em seus balanços, o Timão tinha uma dívida líquida e 31 de dezembro de 2021 no valor de R$ 928 milhões. Já o Fluminense devia R$ 664 milhões.
A dívida líquida foi calculada da seguinte forma: passivo total menos a soma do ativo circulante com realizável a longo prazo.
Como este aplicativo parece puta só veve fazendo conversa fiada