7/7/2022 12:31

10 anos depois de ser eliminado pelo Corinthians como jogador, Riquelme está na corda bamba como vice do Boca após novo fracasso diante do Timão

Derrota para Corinthians põe Riquelme na berlinda, e quem paga é o técnico

10 anos depois de ser eliminado pelo Corinthians como jogador, Riquelme está na corda bamba como vice do Boca após novo fracasso diante do Timão
Vice-presidente de futebol do Boca Juniors, Juan Román Riquelme vive uma situação que já sobrevoou seu trabalho em outros tempos. Questionado como jogador ao perder a Libertadores de 2012 para o Corinthians, uma nova derrota para o Alvinegro, agora como dirigente, tem tirado seu sossego em Buenos Aires.



Carrasco dos brasileiros como jogador, Riquelme viu o jogo virar e tem sido muito cobrado por três eliminações na Libertadores, e as três para clubes do país vizinho. Além de amargar a derrota de agora para o Corinthians, ele sofreu também no ano passado, com o Atlético-MG, e na edição de 2020, ao cair ante o Santos na semifinal.

Anunciada ontem, a demissão do técnico Sebastián Battaglia, afinal, reflete a cobrança do "mundo Boca" sobre Riquelme. Ele sabe que só vai disputar mais uma Libertadores, a do ano que vem, antes de tentar a reeleição no clube. O pleito está marcado para dezembro de 2023 —e a próxima competição continental já tem o clube xeneize garantido pelo título no último Campeonato Argentino (versão Copa da Liga Profissional).

Idas e vindas

Nas análises depois da saída de Battaglia, ficou constatada a realidade que reflete o Boca dos últimos tempos. O técnico que não ganha a Libertadores é dispensado. Foi assim com Rodolfo "Vasco" Arruabarrena, Guillermo Barros Schelotto e Gustavo Alfaro, sim. Mas Miguel Ángel Russo, que disputou o torneio duas vezes, contraria este histórico. Vem daí a sensação de que Riquelme poderia ter mais paciência com Battaglia.

A queda do atual técnico se deve por três razões.

A primeira delas, a falta de futebol escancara com a eliminação para o Corinthians que se trancou na defesa e ainda assim não foi vazado pelo Boca.

A segunda tem a ver com a entrevista coletiva depois da derrota, quando Battaglia criticou a falta de reforços. Tal afirmação caiu mal entre os dirigentes e os jogadores -esperava-se um respaldo maior em um momento tão difícil para todos.

Por fim, a necessidade de suportar a pressão com um comandante mais experiente. Já há conversas com Ricardo Gareca, que não deve seguir com a seleção do Peru. A coluna informou que Gareca e Boca vinham trocando impressões já no ano passado.

Com um treinador de peso, Riquelme sabe que vai encarar a última Libertadores do atual mandato com maiores chances de vitória. Em campo e nas urnas. E isso certamente vai estruturar seu raciocínio daqui até lá.



Corinthians, 2022, Libertadores, Boca Juniors, Riquelme


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