A Polícia Civil de São Paulo concluiu o inquérito do caso de estupro de vulnerável supostamente cometido pelo jogador Robson Bambu, do Corinthians, e enviou relatório ao Ministério Público. Agora, o promotor Márcio Takeshi Nakata tem duas semanas para decidir se oferecerá denúncia, pedirá arquivamento ou solicitará novas diligências.
Responsável pelas investigações, a delegada Katia Domingues Salvatori apresentou no relatório um breve resumo do inquérito, sem indiciar Robson Bambu. Isso significa que o zagueiro não foi apontado como provável autor do crime, o que não impede que o caso seja levado a julgamento.
A denúncia de violência sexual foi apresentada por uma mulher de 25 anos em 3 de fevereiro. Desde então, a Polícia colheu depoimentos dela e da amiga que a acompanhava na noite do ocorrido, bem como de Robson Bambu e de Wellington, amigo que estava com o jogador e é conhecido como Pezinho. Também foram ouvidas testemunhas, realizados exames toxicológicos e de corpo de delito e obtidas possíveis provas, como filmagens do circuito de segurança do hotel.
Em depoimento à Polícia, Robson Bambu e a denunciante apresentaram versões parcialmente diferentes dos acontecimentos. O jogador nega qualquer abuso sexual e afirma que não tocou na mulher nem tirou a própria roupa, como ela alega.
Ambos os relatos são convergentes quanto ao que se passou no primeiro momento.
Bambu e Pezinho passaram a noite em uma balada no bairro do Tatuapé, Zona Leste de São Paulo, com a denunciante e uma amiga. Na sequência, todos foram para um hotel na região, onde o zagueiro estava hospedado enquanto buscava moradia na capital paulista – ele havia voltado há pouco tempo ao Brasil após defender o Nice, da França.
O zagueiro relata que chegou à balada por volta da 1h e que ficou em uma mesa reservada, no palco do estabelecimento. Bambu afirma que pagou a conta das pessoas que ali se sentaram e que houve consumo de vodka, energético, licor e água, mas nega que ele, seu amigo e as mulheres tenham ficado embriagados.
Em seu depoimento, a garota disse suspeitar que foi dopada. Porém, avaliação toxicológica deu negativo para álcool e também outros fármacos rotineiramente pesquisados, mas positivo para THC, substância psicoativa presente na maconha.
As quatro pessoas deixaram a casa noturna por volta das 6h30. O jogador foi para o quarto dele com a amiga da garota, que por sua vez foi para outra suíte com Pezinho.
No primeiro depoimento, a mulher disse que manteve relação com Pezinho de forma consensual. Porém, depois mudou a sua versão à Polícia, alegando que estava inconsciente no momento do ato sexual e, assim, seu consentimento já não era mais válido.
Pouco antes das 11h, Bambu foi ao quarto onde estava o amigo e a mulher que o denuncia. Foi neste momento que, segundo a garota, o jogador teria praticado o estupro. Ela afirma que acordou com o zagueiro nu na cama, colocando a mão em suas genitais. De acordo com a versão dela, Pezinho estava ao lado, assistindo ao ato.
Bambu declarou à Polícia que precisava ir com Pezinho assinar o contrato de locação de um apartamento e, por isso, tentou telefonar duas vezes para ele, às 10h38 e 10h44, mas não foi atendido.
Assim, o zagueiro teria decidido ir até o quarto do amigo, onde passou cerca de dez minutos. Ele relata que, ao entrar no local, viu a garota coberta na cama e que ela parecia estar acordada, por estar se mexendo.
Em seu depoimento, Bambu disse que, ao ser informada que eram 11h, a garota ficou nervosa e passou a se queixar que perderia R$ 300 de um trabalho para o qual foi contratada naquele dia. Ainda de acordo com o atleta, tal compromisso já havia sido informado pela mulher horas antes, no caminho da casa noturna para o hotel.
O jogador afirmou à Polícia que dentro do quarto não houve desentendimento entre eles. Isso só teria ocorrido minutos depois, quando os dois foram até a suíte em que Bambu estava hospedado e na qual a amiga da garota ainda estava dormindo.
Antes de deixar o hotel, a denunciante ainda falou brevemente com Pezinho. O amigo de Bambu alega que tentou oferecer ajuda à mulher por conta do trabalho perdido e que ela teria respondido:
– Se está me oferecendo dinheiro, me manda uma boa quantia, então.
"Embora não possamos entrar em detalhes sobre o relatório final, é muito importante destacar que não houve indiciamento do jogador Robson Bambu. O farto material colhido pelas autoridades policiais aponta para a inocência de Robson Bambu, na medida em que indica uma série de incoerências e inverdades apresentadas pela suposta vítima. Continuamos acreditando na apuração isenta e competente das autoridades responsáveis pela persecução penal."
O que diz a defesa de Pezinho
"É primordial ressaltar que Wellington não foi indiciado. A Polícia Civil produziu um denso relatório que demonstra sua inocência. Todas as provas anexadas aos autos explicitam a incoerência, interna e externa, da narrativa da denunciante. Confiamos na apuração rigorosa e serena das autoridades responsáveis pela persecução penal e, tão logo a investigação seja finalizada, buscaremos a devida responsabilização pelos danos causados à dignidade de Wellington."
O que diz a defesa da denunciante
"A defesa da vítima acredita que os indícios colhidos no inquérito são bastantes para consubstanciar o processo penal, porém ressalta que novas provas deverão surgir no âmbito da instrução processual."
O que diz o Corinthians
Em fevereiro, quando o ge revelou a denúncia, o Corinthians disse por meio de nota oficial que "não comentará o tema até que todos os fatos sejam esclarecidos mediante apuração." O clube também reiterou que "não compactua com nenhum tipo de violência."
A diretoria alvinegra também multou Bambu por ter se atrasado em dois treinos.
Contratado em janeiro, o zagueiro disputou duas partidas pelo Timão.
Corinthians, estupro, 2022, Robson Bambu
É verdade; O Bambú devia arrumar um advogado e pedir indenização pôr calúnia e difamação, tinha que dar muito o cú para pagar o bambú, ou ter à obrigação de dar de graça para ele e os amigos durante 10 anos, sem tomar nem um copo d''água!
Essa vagabunda encheu à cara de vodka e aceitou ir para o motel com os dois e com à amiga puta também, só isso já diz que ela já foi preparada para fazer troca de casais, swinger, etc, é mais uma prostituta querendo ficar rica com jogador de futebol!
Golpista igual aquela do neymar.
Essa mulher tinha que indenizar o Robson Bambu por calúnia, eita Maria Chuteira heim